"Olimpíada dos Sonhos" - Domínio no surfe garante 7 ouros para o Brasil após 7º dia; Calderano e Melo/Soares levam prata e Andinho surpreende - Surto Olimpico

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"Olimpíada dos Sonhos" - Domínio no surfe garante 7 ouros para o Brasil após 7º dia; Calderano e Melo/Soares levam prata e Andinho surpreende

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Ítalo Ferreira comemora título no surfe

Com colaboração de Wesley Felix

Vamos fazer um dia-a-dia dos Jogos Olímpicos de 2020 como se eles tivessem acontecendo agora (estamos um dia atrasado ainda). Ou seja, não tem coronavírus (ou teve, mas acabou rápido)! Mas como é para fantasiar, por que não sonhar alto? Vamos ter uma tendência declarada a pensar nos melhores resultados possíveis - e imaginários - para os brasileiros. 



Antes de mais nada, é uma brincadeira fantasiosa, mas as escolhas para o "Time Brasil" e os resultados são baseados nos verdadeiros potenciais dos atletas e em resultados alcançados em outras competições. Ah e para homenagear os japoneses que estão recebendo tão bem a equipe do Surto Olímpico, os nomes japoneses serão escritos da maneira correta (sobrenome antes do nome).



Venham conosco e esperamos que tudo torne-se realidade em 2021!


Relembre aqui o Dia 1, Dia 2, Dia 3, Dia 4, Dia 5 e Dia 6 da Olimpíada dos Sonhos.


Sexta-Feira, 31 de julho de 2020

A gente já sabia que seria ouro e prata, mas tal qual na decisão do vôlei de praia feminino em 1996, a disputa entre Gabriel Medina e Ítalo Ferreira não deixou de ser menos emocionante no surfe masculino. Ítalo sagrou-se campeão do surfe, uma hora depois da também brasileira Tatiana Weston-Webb fazer história sendo a primeira medalhista olímpica de ouro no esporte. 

Com dois ouros e sete medalhas nesta sexta-feira, o Brasil iguala os sete ouros do Rio e oficializa Tóquio 2020 como sua melhor campanha na história dos Jogos Olímpicos. Além das medalhas douradas, são 13 pratas e 13 bronzes, com 33 medalhas na conta. Podemos falar que temos 35, pois dois atletas do boxe estão nas semifinais. Relembre ao fim do texto todas as medalhas do Brasil na Olimpíada de 2020.

No judô, o ouro não veio nesse último dia individual, mas os pesos pesados Maria Suellen Altheman e Rafael Silva foram ao pódio, coroando a melhor campanha da história, com 10 medalhas por 14 atletas - dois ouros, três pratas e cinco bronzes -, o Brasil lidera o quadro de medalhas do esporte, a frente de Bélgica, Cuba e Países Baixos, que também levaram 2 ouros. O Japão também levou 10 medalhas, mas fez "apenas" 5 finais, levando 4 pratas e um solitário ouro de Ono Shohei. Amanhã, haverá a estreia da disputa por equipes mistas, inédita em Jogos Olímpicos, encerrando o judô em Tóquio 2020.

Hugo Calderano e Bruno Soares/Marcelo Melo perderam na final e levaram a prata, primeiras medalhas brasileiras na história olímpica do tênis de mesa e do tênis, enquanto Silvana Lima conquistou um bronze, garantindo aproveitamento total dos surfistas brasileiros em Tóquio, e Keno Machado avançou para a semifinal dos 81kg masculino no boxe, garantindo ao menos o bronze.

A zebra do dia veio por conta de Anderson Ezequiel, que conseguiu se levar a medalha de bronze por photo finish, fruto de uma manobra nos últimos momentos do BMX Racing. Foi a segunda medalha do ciclismo brasileiro, depois da prata de Henrique Avancini na segunda-feira.  

Além disso, Bruno Fratus iniciou sua trajetória nos 50m livre, Thiago Wild perdeu para Roger Federer e disputará bronze - assim como Marcelo Melo e Luisa Stefani -, a vela brasileira continua a fazer bonito em Tóquio e o atletismo teve suas primeiras disputas hoje. Confira abaixo o resumo completo da participação brasileira nesta sexta-feira, 31 de julho de 2020, dia 7 dos Jogos Olímpicos de Tóquio.


Festa brasileira na praia japonesa
Foi um dia emocionante na praia de Tsurigasaki, em Chiba, com as definições de medalha, em que os brasileiros tiveram 100% de aproveitamento nas medalhas. O dia iniciou com uma disputa de bronze no feminino, única medalha brasileira ainda não garantida.

A quatro vezes campeã mundial Carissa Moore, dos EUA, abriu os trabalhos com uma onda ótima de 8.10, parecendo garantir seu lugar no pódio. No entanto, Silvana Lima, mesmo sem conseguir uma grande nota, levou 5.98 e em seguida conquistou um 4.76, totalizando 10.74. 

A atleta nascida no Havaí não conseguiu aproveitar nenhuma outra grande onda mas estava com o bronze após um 3.65, que lhe deu o placar de 11.75. Nos últimos instantes, a cearense de 36 anos usufruiu-se bem de uma prioridade alcançada e surfou para 6.30, aumentando sua nota para 12.18. Moore então precisava de um 4.08, mas viu o tempo estourar sem que nenhuma oportunidade aparecesse, garantindo assim o bronze para Silvana Lima.

Tatiana Weston-Webb, dona do primeiro ouro olímpico da história do surfe - Foto: Esportelândia

Mais tarde, na disputa pelo ouro, Tatiana Weston-Webb dominou do início ao fim com uma apresentação de gala sobre a francesa Johanne Defay, conquistando o primeiro título da história do surfe com a impressionante marca de 16.01, soma de 8.32 e 7.69.

Logo depois, Gabriel Medina e Ítalo Ferreira foram ao mar para definir o primeiro campeão masculino. Em uma disputa manobra a manobra, aproveitando o mar que foi produzindo ondas cada vez maiores, proporcionando troca de lideranças, Ítalo Ferreira conseguiu fechar na liderança no momento certo, vencendo por 15.84 a 15.72, margem mínima para levar o ouro, com Gabriel ficando com a prata.

Brasil com dois ouros, uma prata e um bronze e França, com uma prata e um bronze foram as únicas nações a medalharem no surfe de Tóquio 2020.


Judô: Riner vence Baby na final dos pesados e Sussu, enfim, sobe ao pódio

Outro esporte que o Brasil lidera, inesperadamente, o quadro de medalhas é o judô que veio desacreditado após o Mundial de 2019.

Rafael Silva, o ‘Baby’ chegou carimbado depois de vencer a seletiva em confronto direto contra David Moura, forte candidato ao posto de melhor judoca não-olímpico da história do Brasil.

Depois de uma estreia catimbada contra o canadense Marc Deschenes, em que correu risco com dois shidôs, antes de aplicar um wazari faltando 70 segundos, ele imobilizou com sucessoo islandês Thormodur Arni Jonsson, garantindo-lhe um ippon e a vaga nas quartas-de-final.

Enfrentando uma parada dura, o japonês Harasawa Hisayoshi, vice-campeão mundial em 2019 e prata na Rio 2016. A vitória veio com um ippon logo no início da luta, calando o Budokan. Na semifinal, mais um adversário difícil e uma vitória sofrida contra o número 1 e campeão mundial Lukás Krpálek, ouro na Rio 2016 na -100kg.

Rafael Silva desafiou um 'renovado' Teddy Riner, agora tricampeão olímpico - Foto: Kitamura Toshifumi / AFP

Na final, Rafael Silva enfrentou Teddy Riner, que mostrou não ser invencível no início do ano. Porém, melhor preparado após ser surpreendido no Grand Slam de Paris, Riner mostrou um arsenal irrepreensível durante toda a competição, vencendo por ippon suas quatro lutas anteriores e não foi diferente na final, diante de Baby. Como consolação, a prata de Tóquio se soma ao bronze de Londres e Rio, sendo ele o segundo judoca do Brasil a alcançar três pódios, depois do feito de Mayra Aguiar na véspera.

Maria Suelen Altheman também teve que enfrentar uma dura seletiva no Brasil, organizada pela CBJ para decidir sua vaga nos pesados femininos, em que derrotou Beatriz Souza numa melhor de 3 lutas. Ela aproveitou bem sua chance e levou sua primeira medalha olímpica em Tóquio.

A estreia foi fácil diante da camaronesa Hortence Vanessa Mballa Atangana, com um ippon aos 40 segundos. Em seguida, vitórias sobre a portuguesa Rochele Nunes e Maryna Slutskaya, de Belarus, a colocaram na semifinal, onde foi derrotada por Sone Akira, campeã mundial.

Maria Suellen Althman comemora vitória na disputa pelo bronze - Foto: Miguel Medina / AFP

Restou a disputa pelo bronze, com vitória sobre Tessie Savelkouls, dos Países Baixos. O outro bronze ficou com Larisa Ceric, que venceu a primeira medalha olímpica da história da Bósnia e Herzegovina. A cubana Idalys Ortiz venceu a final diante de Sone, levando o segundo ouro de Cuba no judô de Tóquio. Foi seu segundo título e quarta medalha olímpica para a bronze em Pequim, ouro no Rio e prata em Londres. O Japão termina as disputas individuais com 1 ouro, 4 pratas e 5 bronzes.

Muralha japonesa é maior e Calderano leva prata
Depois de ter superado Ma Long, o maior jogador do mundo, nas semifinais, Hugo Calderano tinha outra muralha pela frente: não só Harimoto Tomokazu, de apenas 17 anos, mas também toda a torcida que durante toda a semana fez muito barulho no Ginásio Metropolitano de Tóquio.

A grande final foi super disputada, com os dois jogadores tendo chances em todos os sets. Calderano abriu 6-1 no primeiro mas acabou sofrendo virada (11-9); no segundo e no terceiro saiu bem atrás, conseguiu reverter no segundo (11-8) e desperdiçou três set-points na parte final do terceiro (14-12). No quarto, ninguém abriu mais do que um ponto de vantagem até que Harimoto fez 13-11. No quinto, o japonês teve dois match-points em 10-8, mas Calderano fez 4 pontos em seguida para levar por 12-10. 

Tentando levar ao set decisivo, o carioca abriu 6-2, mas o japonês se recuperou a tempo e levou a partida no quarto match-point, 12-10 no sexto set, fechando o jogo em 4 sets a 2. Foi o primeiro ouro japonês no tênis de mesa - entre Seul 1988 e Rio 2016, a China havia levado 28 dos 32 ouros, com três títulos indo para Coreia do Sul e um para o sueco Jan-Ove Waldner.

Hugo Calderano agradece apoio da torcida japonesa e brasileira e comemora prata - Foto: Facebook Hugo Calderano

Ao final, Calderano não esqueceu o carinho de toda a torcida durante o torneio e agradeceu o “apoio” dos japoneses e brasileiros presentes.


Primeira medalha do tênis vem em dia de derrotas
Ninguém duvida que Thiago Wild é uma das sensações do torneio olímpico, especialmente após a vitória sobre Novak Djokovic, mas a história mágica de um ouro olímpico em simples para Roger Federer, melhor jogador de todos os tempos com 21 Grand Slams e 3º melhor do mundo, parece ter falado mais alto nesta sexta-feira.

Em um jogo parelho, em que Wild desperdiçou dois set-points na primeira parcial, o suíço venceu por 7-5; 6-3 para alcançar sua segunda final olímpica -  ele foi vice após conquistar seu sétimo título de Wimbledon em 2012. Algumas semanas depois de levantar a nona taça no Grand Slam inglês ele irá novamente perder a final, desta vez para o alemão Alexander Zverev ou finalmente subirá ao topo? Vale lembrar que ele venceu o torneio olímpico de duplas com Stan Wawrinka em 2008.

Roger Federer comemora terceira medalha olímpica após vitória sobre Thiago Wild em Tóquio - Foto: AP
Como consolo ao parananese de 20 anos, a disputa do bronze contra o boliviano Hugo Dellien, que tenta dar a primeira medalha olímpica para o pequeno país da América do Sul. O tenista especialista em saibro teve uma campanha digna vencendo Denis Shapalov, Andrey Rublev e Daniil Medvedev antes de cair para 'Sasha' Zverev. 

Marcelo Melo e Luisa Stefani também caíram para Vasek Pospisil e Bianca Andreescu por 6-4, 6-7 (4), 6-2. A dupla canadense irá disputar o ouro contra Kim Clijsters e David Goffin, enquanto Melo e Stefani lutam pelo bronze contra Sania Mirza e Rohan Bopanna, da Índia, neste sábado. 

Anderson Ezequiel surpreende e leva bronze no Ciclismo BMX 
Em um dia impecável, o neerlandês  Niek Kimmann venceu do início ao fim a final do BMX Racing masculino. Logo atrás, um jogo de equipe francês parecia garantir uma dobradinha para o pais até que o brasileiro Anderson Ezequiel, bronze no Mundial de 2018 e prata em Lima 2019, conseguiu se meter entre eles no último instante e faturar a medalha de bronze.


BMX Racing ciclismo brasil
Anderson Ezequiel, o Andinho, comemora medalha de bronze no ciclismo para o Brasil - foto: Wander Roberto/COB

Foi a primeira medalha do país no BMX, e Andinho teve que esperar a verificação do photo finish para confirmar que havia ficado à frente do francês Joris Daudet. Sylvain André com a prata garantiu a França no pódio. Vale lembrar que na segunda-feira, Henrique Avancini venceu a medalha de prata no mountain bike masculino.

Na semifinal feminina, Priscilla Carnaval e Paola Reis não se classificaram para a final, ficando em 11º e 12º respectivamente.

Boxe garante segundo pódio e Bia Ferreira segue rumo ao ouro
Bota mais uma medalha na conta do boxe!!! Keno Machado venceu por 3 a 2 o irlandês Emmett Brennan e se garantiu na semifinal dos 81kg; nas semifinais, ele enfrenta Nuryagdy Nuryadyyev, que já garantiu o primeiro pódio da história olímpica do Turcomenistão, última ex-república soviética a conseguir tal feito.

Bia Ferreira, nossa campeã mundial no peso leve em 2019, superou a tailandesa Sudaporn Seesondee, vice no Mundial de 2018, para classificar-se às quartas-de-final dos 60kg, onde tem pela frente a norte-americana Rashida Ellis, bronze no Mundial de 19 e em Lima 2019, sempre caindo para a brasileira.

Vela garante medalha para Robert Scheidt; Grael e Kunze disparam na liderança
Robert Scheidt venceu a primeira regata do dia na Laser masculina e encaminhou uma aproximação ao líder Matthew Wearn. Ao fim do quinto dia de disputas ele está a apenas 2 pontos do australiano e garante medalha, contanto que dispute a regata decisiva.

Depois de um dia de descanso na categoria 49erFX feminina e 49er masculina, as duplas brasileiras voltaram ao Porto de Enoshima.

Martine Grael e Kahena Kunze venceram duas regatas para liderar com folga de 14 pontos. Com as últimas regatas antes da medal race acontecendo neste sábado, elas já podem até garantir um pódio - ou mesmo ouro - antecipado. Já Marco Grael e Gabriel Borges venceram uma das regatas mas terminaram em 7º e 8º nas outras e estão em quarto lugar.

Ao fim do terceiro dia de regatas, Geison Dzioubanov e Gustavo Thiesen terminaram todas regatas em 10º lugar e subiram para o 13º geral, se aproximando da zona de classificação da medal race. No 470 feminino, Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan tiveram um dia de altos e baixos e como consequência permanecem na 12ª posição.


Na canoagem slalom, Pepe Gonçalves belisca medalha
Nas semifinais do K1 masculino Pepe Gonçalves passou em quinto lugar. Na final, o brasileiro ficou no quase e beliscou a medalha de bronze, mas acabou perdendo por dois centésimos de segundo a vaga no pódio para Bradley Forbes-Cryans, da Grã-Bretanha, terminando em quarto lugar.

Pepe Gonçalves não mostra tristeza e comemora melhor resultado olímpico - Foto: GE do Brasil


Remo vê brasileiro campeão juvenil no top-8
Único representante brasileiro no esporte em Tóquio, Uncas Batista, terminou em segundo lugar na Final B, completando a prova em 8º lugar geral. Foi a melhor campanha adulta do campeão mundial sub-23 em 2017.


Trampolim teve brasileira na final
Na disputa feminina, Camilla Lopes passou com a oitava melhor classificação na final, fazendo 99.925. Na final, ela conseguiu 50.900 terminando em sétimo lugar. Rosannagh MacLennan sagrou-se tricampeã olímpica.


Natação tem início dos 50m, Pumputis na final e Lanza na briga por medalhas
O esporte-sensação da primeira semana olímpica começa a definir seus últimos campeões e o Brasil só teve um representante na disputa por medalhas do Centro Aquático de Tóquio nesta sexta-feira. Na final dos 200m medley, Caio Pumputis fez seu melhor tempo na carreira, fechando em sexto lugar com 1:57.52.  

Caio Pumputis faz melhor tempo da carreira em final olímpia - Foto: Satiro Sodre/SSPress/CBDA

Nas semifinais dos 100m borboleta Vinicius Lanza passou para a final com o quarto melhor tempo, se mostrando um candidato às medalhas com 51.44.  Iago Moussalem Amaral fez seu personal best de 51.79, melhorando o tempo alcançado na seletiva olímpica e terminou em 10º lugar. Já Fernanda de Goeij, que ontem havia batido seu próprio recorde brasileiro fez exatamente o mesmo tempo pela manhã, terminando os 200m costas na 13ª colocação, com 2:10.64.

A última sessão de eliminatórias aconteceu a noite e Bruno Fratus iniciou sua trajetória rumo à inédita medalha olímpica em grande estilo, marcando o melhor tempo das eliminatórias dos 50m, com 21.40. Luiz Gustavo Borges, em sua primeira Olimpíada, conseguiu seu melhor tempo da carreira e nadou para 22 segundos exatos para passar às semifinais com o 13º melhor tempo.

Nos 50m feminino, Lorrane Ferreira bateu com 24.72, novo recorde pessoal para se classificar com o 12º melhor tempo, enquanto Etiene Medeiros quase ficou de fora ao marcar 24.81 e se classificar com a 16º melhor marca, tal qual na Rio 2016. 

Nos 1.500m, Guilherme Costa, o "Cachorrão", nadou para 14:53.58, novo recorde sul-americano, e conseguiu o sétimo melhor tempo indo para a final. Diogo Villarinho fez novo recorde pessoal com 14:59.30, terminando em 11º lugar.

Nas eliminatórias do 4x100m medley, o time masculino formado por Guilherme Guido, João Gomes Júnior, Vinicius Lanza, Breno Correia nadou para 3:31.98, passando com o terceiro melhor tempo. Já o time feminino formado por Etiene Medeiros, Jhennifer Conceição, Giovanna Diamante, Larissa Oliveira fez 4:02.88 e terminou em 13º lugar. 

No vôlei masculino, Brasil sofre mas impõe 3 a 0 contra os EUA 
O Brasil conseguiu se recuperar da derrota sofrida para os russos, com uma vitória apertada sobre os EUA, ainda que em sets diretos, parciais de 27-25, 28-26 e 30-28. Em todos os sets, os norte-americanos desperdiçaram ao total 11 set-points, curiosamente sempre marcando 24-22 antes de sofrerem virada. Mais uma vez, Douglas foi o destaque da partida, com 17 pontos e atuação crucial nos momentos decisivos.

Núbia Soares se recupera e lidera pelotão brasileiro em estreia do atletismo em Tóquio
Na única disputa que deu medalhas na noite desta sexta-feira, Ederson Vilela Pereira bateu recorde sul-americano para ficar em 10º lugar dos 10.000m com 27:28.03. A marca anterior foi feita por Marílson dos Santos, em 2007.

Ederson Vilela Pereira na final dos 10.000 metros, que abre o programa olímpico em Tóquio - Foto: Luis Roberto / AFP

Nos 400 metros com barreira, uma das principais expectativas de final do atletismo brasileiro em Tóquio, Alison dos Santos venceu sua bateria com 49.50 e Marcio Teles ficou em segundo em sua bateria com 49.10. Ambos passaram para a semifinal.

Foi um ótimo dia para as brasileiras nas eliminatórias dos 100m rasos feminino. Vitória Rosa fez 11s20 e liderou a terceira bateria, enquanto Lorraine Martins com 11s29 (novo personal best) terminou em terceiro na bateria 6. Já Rosangela Santos ficou apenas em quarto em sua bateria, mas passou pelo tempo, 11s23.

Até a tarde desta sexta-feira, Núbia Soares ainda não havia garantido presença no salto triplo, ainda se recuperando de sua lesão após acidente semana passada no aeroporto de Tóquio. Porém as 19h lá ela estava no Estádio Olímpico de Tóquio se aquecendo para as eliminatórias. Depois de queimar a primeira tentativa, os 14,42 metros apagaram qualquer dúvida e ela nem precisou voltar à pista, já classificada para a final com a segunda melhor marca.

No revezamento 4x400m misto, a equipe formada por Anderson Henriques, Tiffani Marinho, Geisa Coutinho, Lucas Carvalho passou para  a final com o quinto melhor tempo, 3:15.93.

Campeão pan-americano em Lima 2019, Altobeli Santos da Silva melhorou seu personal best no 3.000 metros com obstáculos com 8:21.67 e passou para a final. Encerrando a participação brasileira na noite de abertura do atletismo em Tóquio 2020. Fernando Ferreira saltou 2.29 para se classificar à final do salto em altura

Handebol masculino perde primeiro jogo
O time masculino conheceu seu primeiro revés em Tóquio. Em sua terceira partida, a seleção foi derrotada para a Alemanha por 22 a 20. O time, já classificado para as quartas, está em terceiro lugar do grupo e enfrenta a líder Dinamarca no último jogo da fase preliminar.

Rugby vê Yaras na disputa do quinto lugar
O Brasil completou sua campanha na fase inicial do rugby feminino com uma vitória elástica sobre o Japão por 45 a 19. Isadora Cerullo foi o destaque mais uma vez com três tries, enquanto Bianca Silva teve dois tries convertidos. Nas quartas-de-final disputadas a tarde, o Brasil equilibrou mas acabou derrotada para o Canadá por 19 a 12

As Yaras voltam em campo no sábado para disputa do 5º ao 8º lugar, enfrentando novamente o Japão no primeiro jogo e se ganhar (ou perder) enfrenta em sequência o vencedor (ou perdedor) de França e China.

Vôlei de praia 
Únicas brasileiras sobre a areia hoje, Ágatha e Duda venceram a dupla canadense formada pelas irmãs gêmeas Megan e Nicole McNamara, por 2 sets a 0 (21-18, 21-16), e terminaram a primeira fase invictas.

Com a vitória da dupla belga sobre a dupla do Catar, Alison e Álvaro Filho terminaram como primeiro lugar de seu grupo, mesmo com uma derrota. Amanhã, Evandro e Bruno Schmidt enfrentam Tri Bourne e Trevor Crabb, dos EUA. Se perderem, serão líderes do grupo e haverá um confronto brasileiro nas quartas-de-final. Por outro lado, uma derrota embola o grupo, já que a dupla americana tem uma vitória e uma derrota e Paolo Nicolai e Daniele Lupo (ITA) fecharam campanha hoje com 2 vitórias e 1 derrota. 

Golfe tem segundo dia com brasileiros abaixo do par
Luisa Altmann teve uma boa participação no torneio feminino neste segundo dia, passando com 3 abaixo do par e completando o circuito com 68 tacadas, com dois bogeys, três birdies e um eagle. Na somatória dos dois dias, ela ainda está com 149 tacadas, ainda 7 acima, 43ª melhor.

Já no torneio masculino, Adilson da Silva fez 3 bogeys e 6 birdies para chegar em 138 tacadas no total, 4 abaixo do par, passando para a 13ª colocação.

Hipismo inicia CCE com participação discreta do Brasil
No primeiro dia da disputa por equipes do CCE, composto por provas de adestramento (hoje e amanhã), cross-country (domingo) e saltos (segunda), o Brasil está em sexto lugar, com oito equipes já passando. O time brasileiro volta no domingo.

A disputa individual acontece em paralelo e Carlos Parro está em 16º, Ruy Fonseca, em 20º e Rafael Losano em 23º, com metade dos 65 conjuntos tendo se apresentado no adestramento.

Relembre as medalhas brasileiras ao fim do sétimo dia:

7 OUROS

25/07- Nathalie Moellhausen - Esgrima (espada feminina)
26/07- Larissa Pimenta - Judô (52kg feminino)
27/07- Pamela Rosa - Skate (street feminino)
27/07- Ícaro Miguel - Taekwondo (80kg masculino)
28/07- Mayra Aguiar - Judô (78kg feminino)
31/07- Tatiana Weston-Webb - Surfe (feminino)
31/07- Ítalo Ferreira - Surfe (masculino)

13 PRATAS

26/07- Kevin Hoefler - Skate  (street masculino)
26/07- Edival ‘Netinho’ Pontes - Taekwondo (68kg masculino)
27/07- Rayssa Leal - Skate (street feminino)
27/07- Henrique Avancini - Ciclismo (mountain bike masculino)
27/07- Rafaela Silva - Judô (57kg feminino)
27/07- Marcelo Chierighini, Breno Correia, Pedro Spajari, Bruno Fratus, Marco Antonio Ferreira Junior (eliminatórias), André Luís Calvelo (eliminatórias) - Natação (4x100m livre masculino)
29/07- Rafael Macedo - Judô (90kg masculino)
30/07- Marcelo Chierighini - Natação (100m livre masculino)
30/07- Ana Sátila - Canoagem Slalom (C1 feminino)
31/07- Gabriel Medina - Surfe (masculino)
31/07- Hugo Calderano - Tênis de Mesa (individual masculino)
31/07- Bruno Soares e Marcelo Melo - Tênis (dupla masculina)
31/07- - Judô (+100kg masculino)

13 BRONZES

25/07- Nathália Brigida - Judô (48kg feminino)
25/07- Eric Takabatake - Judô (60kg masculino)
26/07- Daniel Cargnin - Judô (66kg masculino)
27/07- Leticia Bufoni - Skate (Street feminino)
27/07- Milena Titoneli - Taekwondo (67kg feminino)
27/07- Guilherme Toldo - Esgrima (florete masculino)
28/07- Ana Sátila - Canoagem Slalom (K1 feminino)
28/07- Ketleyn Quadros - Judô (63kg feminino)
28/07- Fernando Scheffer - Natação (200m livre)
30/07- Rebeca Andrade - Ginástica Artística (individual geral feminino)
31/07- Anderson Ezequiel- Ciclismo (BMX Racing)
31/07- Silvana Lima - Surfe (feminino) 
31/07- Judô (+78kg feminino)

2 GARANTIDAS A ESPERA DE DEFINIÇÃO DA COR

29/07- Boxe - Jucielen Romeu (semifinal da categoria 57kg feminina em 01/08)
31/07 - Boxe - Keno Machado (semifinal da categoria 81kg masculino em 02/08)

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Foto no topo: Estadão

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