"Olimpíada dos Sonhos" - No quarto dia, Brasil iguala recorde da Rio 2016 com novatos no pódio e um longo retorno - Surto Olimpico

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"Olimpíada dos Sonhos" - No quarto dia, Brasil iguala recorde da Rio 2016 com novatos no pódio e um longo retorno

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Com colaboração de Wesley Felix

Vamos fazer um dia-a-dia dos Jogos Olímpicos de 2020 como se eles tivessem acontecendo agora (estamos um dia atrasado ainda, este é o relato de segunda-feira, 27 de julho). Ou seja, não tem coronavírus (ou teve, mas acabou rápido)! Mas como é para fantasiar, por que não sonhar alto? Vamos ter uma tendência declarada a pensar nos melhores resultados possíveis - e imaginários - para os brasileiros. 

Antes de mais nada, é uma brincadeira fantasiosa, mas os resultados são baseados nos verdadeiros potenciais dos atletas e em resultados alcançados em outras competições. E algumas escolhas duras tiveram que ser feitas especialmente para selecionar o “Time Brasil”! Venham conosco e esperamos que tudo torne-se realidade em 2021!

Relembre os Dias Anteriores:

Dia 4- Terça-feira, 28 de julho de 2020
Depois de uma segunda-feira iluminada, com dois ouros e nove medalhas, o Brasil não subiu ao lugar mais alto do pódio pela primeira vez na Olimpíada de Tóquio. Mas isso não significa que tenha sido u dia ruim para o país, que garantiu mais três medalhas (todas de bronze) e igualou o recorde de pódios da Rio-2016, com 19. Por enquanto, são quatro ouros, seis pratas e nove bronzes para nossa delegação.

Algo recorrente na preparação brasileira em Olimpíadas é o fator fuso, e historicamente o Brasil não ia tão bem em Jogos realizados no oriente - mas parece que esse retrospecto ficou pra trás. Com Ketleyn Quadros parece ser o contrário: a primeira medalhista individual da história feminina, em Pequim 2008, conseguiu um feito inédito no Time Brasil, ao conquistar sua segunda medalha com 12 anos de diferença.

Quadros conseguiu um novo bronze na categoria meio-médio do judô. Ela venceu cinco lutas para conquistá-lo. O primeiro confronto foi resolvido com um ippon diante de Phupu Lhamu Khatri, do Nepal, em 24 segundos. Na segunda rodada, novo ippon diante de Damiella Nomenjanahary, de Madagascar.

As quartas-de-final viu um feito histórico da brasileira, ao derrotar por ippon a japonesa Tashiro Miko, vice-campeã nos dois últimos Mundiais. O que parecia ser um embalo rumo ao ouro não se concretizou e Ketleyn foi eliminada depois de levar um terceiro shido na semifinal, diante da cubana Maylin Del Toro Carvajal, que viria a ser a campeã olímpica.

Na disputa pelo bronze, o foco voltou a ser àquele da manhã e Ketleyn venceu com um novo ippon a neerlandesa Juul Franssen, bronze nos últimos dois mundiais. A comemoração foi enorme no tatame do Nippon Budokan. A prata foi para a alemã Martyna Trajdos e o outro bronze para a número 1 do mundo e quatro vezes campeã mundial, Clarisse Agbegnenou, da França, que havia sido prata no Rio.

No masculino, chegamos a mais uma decisão de medalha, mas o brasileiro Eduardo Yudy ficou no quase. Sua campanha nos 81kg começou com uma vitória por dois waza-aris diante do austríaco Shamil Borschahvili e em seguida uma vitória por shidos sobre Vladimir Zoloev, do Quirguistão, no golden score. 

Nas quarta de final, o brasileiro levou um ippon de contra golpe do belga Matthias Casse, número 1 do mundo e vice-campeão mundial, o obrigando a ir à repescagem para conseguir a medalha. Seu caminho começou com uma luta equilibrada contra o canadense Antoine Valois-Fortier, que terminou com um ippon de Yudi. 

A medalha esteve bem próxima quando conseguiu um waza-ari diante do alemão Dominic Ressel, mas o europeu conseguiu um ippon faltando pouco menos de um minuto para o fim da luta, terminando em quinto lugar entre os meio-médios em seus primeiros Jogos Olímpicos.


Ana Sátila leva primeira medalha da canoagem feminina

Após passar apenas em sexto na semifinal do K1, Ana Sátila deu o seu melhor na hora certa e fez uma prova impecável na final, descendo sem penalidades a 95.89 e levou a medalha de bronze inédita pra a canoagem slalom - e primeira da canoagem feminina. 

Ana Sátila rumo ao primeira medalha do Brasil na canoagem slalom. Foto: Washington Alves/COB

Em sua terceira Olimpíada, a atleta, de 24 anos, ficou a 0.2 segundos atrás da medalhista de prata Luuka Jones, da Nova Zelândia. Eva Tercelj, da Eslovênia, levou o ouro, primeiro da história do seu país no esporte. A australiana Jessica Fox foi mais rápida do que todas, mas perdeu uma porta e com uma prova tão disputada a penalidade lhe custou o pódio, terminando em quarto lugar.

A canoísta volta ao Centro de Canoagem Slalom Kasai na quarta-feira para as eliminatórias do C1.

Segunda medalha nas piscinas de Tóquio
Largando na raia 1, Fernando Scheffer não era tido como um dos grandes favoritos na final dos 200m livre, mas conseguiu se manter sempre a beira dos líderes durante toda a prova. Depois de bater em quarto lugar na virada dos 100m e 150m, Scheffer deu uma arrancada e conseguiu ultrapassar o sul-africano Chad Le Clos que liderava até a metade da prova, mas terminou em sexto lugar. 

Fernando Scheffer comemora bronze nas águas de Tóquio. Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA

Na raia 8, o britânico Duncan Scott também forçou a velocidade e fez 1:45.30, mesmo tempo de Scheffer, dividindo o espaço do pódio com o brasileiro. Além da medalha, foi novo recorde sul-americano para o brasileiro, que comemorou muito na piscina.

O lituano Danas Rapsys venceu com certa folga, um pouco a frente de Matsumoto Katsuhiro, que garantiu sua medalha ao som da barulhenta torcida japonesa.

Nas outras finais com brasileiros, Guilherme Guido foi o sexto melhor nos 100m costas, batendo novo recorde sul-americano com 52.88 e Etiene Medeiros terminou em oitavo lugar, com 59.81, um pouco abaixo da nova marca continental alcançado ontem.

Nas semifinais também disputadas pela manhã, quatro brasileiros classificaram para a final desta quarta. O único brasileiro que não passou para a fase decisiva foi Leonardo Santos que fez novo PB (1:58.45) para marcar o 13º melhor tempo na semifinal dos 200m medley. Caio Pumputis, com 1:57.77, ficou com o sétimo melhor tempo na mesma prova e está garantido na final.

Nos 200m borboleta, Leonardo de Deus e Luiz Altamir Melo passaram com sexto (1:55.50) e oitavo (1:55.80) melhores tempos para a final. Altamir Melo fez seu melhor tempo da carreira. Nos 200m livre, Manuella Lyrio conseguiu o oitavo melhor tempo com novo recorde sul-americano de 1:57.15, e a vaga na final, após a desclassificação da japonesa Shiari Rio, para tristeza da torcida.

Na eliminatória da prova mais tradicional da natação, os brasileiros tiveram ótimos desempenhos. Marcelo Chierighini fez 48.20 e Breno Correia 48.40, passando em quarto e oitavo melhor, respectivamente, para a semifinal dos 100m livre. 

Na estreia dos 800m livre no programa olímpico, Guilherme Costa fez 7:47:54 e também está na final. O nadador de 21 anos conhecido como Cachorrão, passou com a sétima melhor marca. 

Nos 200m peito, Caio Pumputis para a semifinal com 2:09.86 com 12º melhor tempo. a marca é seu personal best. Já Andreas Emmanuel de Queiroz Mickosz fez 2:11:69 e terminou em 29º lugar sua primeira participação olímpica.

Nos 200m borboleta, Maria Luiza Pessanha alcançou personal best e ficou em 20º lugar com 2:11.73, 25ª melhor marca da natação brasileira na distância. Os 24 melhores tempos pertencem a Joanna Maranhão.

Fernando Scheffer, medalhista de bronze de manhã, foi chamado novamente para a piscina. Breno Correia foi poupado das eliminatórias do revezamento 4x200m livre, causando apreensão, mas a tática deu certo. Com Murilo Sartori, João de Lucca e Luiz Altamir Melo e Fernando Scheffer o time se classificou para a final no talo do dedo: 7:09.00 foi três centésimos mais rápido que o tempo japonês que nadava na raia ao lado.

Futebol feminino embala, outros coletivos vencem mas basquete tem dura derrota
No complemento do futebol feminino, o Brasil finalmente desencantou e goleou a Zâmbia por 9 a 0 - repetindo o placar dos Países Baixos diante do time africano. Cristiane, Debinha, Formiga e Marta fizeram dois gols cada, enquanto Andressinha fechou o placar. O Brasil terminou a fase em segundo lugar e enfrenta na sexta-feira o Canadá pelas quartas de final.

No basquete masculino, um jogo disputadíssimo entre Brasil e Argentina, no qual a seleção nacional terminou o terceiro quarto com uma vantagem de 64 a 54, mas permitiu o empate no último minuto. O placar de 70 a 70 levou a uma prorrogação em que o time brasileiro entrou nervoso e acabou derrotado em 88 a 80. 

Já no handebol feminino, o Brasil passou novamente com dificuldade e sofreu o jogo inteiro, mas garantiu a segunda vitória diante da França, atual campeã europeia: 22 a 21. A liderança do grupo é da Noruega, que também tem 4 pontos e está a frente do Brasil pelo saldo de gols. 

Na segunda rodada do vôlei feminino, Brasil marcou nova vitória em sets diretos diante de República Dominicana, com placar de 25-16, 25-16 e 25-20.

No vôlei de praia, Evandro e Bruno Schmidt venceram o segundo jogo da fase eliminatória, diante dos iranianos Bahman Salemi e Arash Vakili. Ágatha e Duda também levaram a melhor em sua segunda partida, diante das finlandeses Taru Lahti-Liukkonen–Anniina Parkkinen, por 2 sets a 0, parciais de 21-11 e 21-15. As duplas praticamente encaminharam a classificação para a segunda rodada com os triunfos desta segunda.

No polo aquático masculino, o Brasil teve sua segunda vitória diante da África do Sul e volta à piscina na quinta-feira diante da Sérvia, atuais campeões da Liga Mundial. Com as duas vitórias, praticamente já se assegura nas quartas, mesmo que perca para as potências europeias do grupo, Sérvia, Itália e Hungria.

Em confronto caseiro, Calderano vence e vai às quartas
Na manhã de terça-feira, o cabeça 31 da competição Gustavo Tsuboi entrou em quadra com um grande desafio diante do alemão Dimitrij Ovtcharov. O 11º melhor do mundo e oitavo cabeça-de-chave estava estreando diretamente no torneio e começou com a corda toda, vencendo o primeiro e o segundo set com facilidades: 11-5 e 11-4. No terceiro, o brasileiro pareceu finalmente ter entrado no jogo e encontrado os pontos fracos do alemão, que desperdiçou uma vantagem de 7-1 mas ainda assim venceu a parcial por 12-10 para abrir 3 a 0. 

No quarto set, começou a virada que nenhum torcedor mais fanático de Tsuboi imaginaria. Nenhum atleta abriu vantagem até o 8-8, até que o brasileiro venceu dois pontos no saque do adversário e acabou fechando em 11-9. Parece ter sido o gatilho para Tsuboi dominar o jogo e seguir com 11-6 e 11-5 nos games seguintes. Na parcial definitiva, Ovtcharov retomou sua forma inicial, abrindo 6-2, mas Tsuboi conseguiu encontrar a maneira de retornar ao jogo e virou para 10-8, fechando o jogo por 4 sets a 3 em seu segundo match point. Parciais finais de 5-11, 4-11, 10-12, 11-9, 11-6, 11-5, 11-9.

Talvez ainda cansado do primeiro jogo da manhã, Tsuboi voltou às quadras no fim do dia para enfrentar o compatriota Hugo Calderano, nas oitavas de final, e não foi páreo para o número 6 do mundo. Calderano venceu por 11-5, 11-5, 11-4 e 11-5 e agora enfrenta o britânico Liam Pitchford nas quartas de final, que mais cedo surpreendeu o taiwanês Lin Yun-Ju, cabeça 5, e sétimo melhor do mundo.

Hugo Calderano celebra vitória e abraça amigo e rival. Foto: AbelardoMendesJr/rededoesporte.gov

Wild e duplistas passam, mas Menezes fica no caminho
Foi um dia cheio para o tênis, já que várias partidas foram interrompidas no sábado.

Thiago Wild conseguiu uma revanche diante de Félix Auger-Aliassime, que havia vencido o brasileiro nas quartas-de-final de Roland Garros. O brasileiro salvou um set point e quebra abaixo no primeiro set para vencer em sets diretos o jovem canadense por 7-6 (4) e 6-2. A parada é mais dura agora para o 35º do mundo, diante do sérvio número 2 do mundo, Novak Djokovic, em partida válida pelas oitavas de final.

Também pela segunda rodada, João Menezes venceu o primeiro set, mas acabou caindo diante do australiano Nick Kyrgios, número 10 do mundo, por 3-6, 6-4 e 7-5.

Entre as duplas, o Brasil segue com 100% de aproveitamento. Bruno Soares e Marcelo Melo, oitavos favoritos, passaram pelos franceses Édouard Roger-Vasselin e Ugo Humbert por duplo 6-4; Marcelo Demoliner e Thiago Wild passaram sufoco, salvaram dois match points, mas superaram os neerlandeses Wesley Koolhof e Jean-Julien Rojer por 7-6 (4), 6-7 (5) e 7-6 (2). 

Todos voltam em quadra amanhã. Wild enfrenta Djokovic logo no primeiro jogo do dia e ele se junta a Demoliner para desafiar os principais favoritos Juan Sebástian Cabal e Robert Farah no fim da tarde. Também pela manhã, mas em outra quadra, Soares e Melo tem parada dura contra os irmãos Mike e Bob Bryan e a noite Marcelo Melo volta ao complexo esportivo, desta vez ao lado de Luisa Stefani, que estreiam já nas oitavas das mistas contra os gregos Stefano Tsitsipas e Maria Sakkari.


Confira as demais participações brasileiras neste quarto dia de Tóquio 2020:

Boxe
Duas vitórias brasileiras nos ringues de Tóquio. Pelo peso leve, para até 63kg, Wanderson Oliveira venceu o japonês por Narimatsu Daisuke por nocaute e enfrenta no sábado o grego Alexandros Tsanikidis.

Já em combate válido pelas oitavas da categoria meio-pesado para homens com até 81kg, Keno Machado derrotou o suíço Ukë Smajl por 3 a 2 em um combate bastante equilibrado. Ele volta sexta-feira em busca de uma vaga nas semifinais e consequentemente uma medalha. Seu adversário virá do confronto quase caseiro entre entre o medalhista de bronze no último mundial Benjamin Whitaker, representando Grã-Bretanha, e Emmett Brennan, representando a Irlanda.

Ciclismo Mountain Bike
Na final do mountain bike feminino, Jaqueline Mourão terminou em 12º lugar, alcançando sua melhor participação em sete Olimpíadas, 3 de verão e 4 de inverno, representando o Brasil.

Surfe
Os brasileiros tiveram um dia perfeito na abertura do surfe. Ítalo Ferreira e Gabriel Medina venceram suas baterias e se classificaram diretamente para as oitavas de final que serão disputadas nesta quarta-feira. Ítalo enfrenta o português Frederico Morais enquanto Medina enfrenta o sul-africano Jordy Flores. 

Entre as mulheres, Tatiana Weston-Webb também ganhou sua bateria e classificou-se diretamente para as oitavas e enfrenta a chilena Lorena Fica. Já Silvana Lima ficou em terceiro lugar e teve que disputar a segunda fase, na qual teve a melhor nota do seu grupo e tem uma parada dura nas oitavas diante de Sally Fitzgibbons


Tiro com Arco
A brasileira Ane Marcelle dos Santos superou Karma, do Butão, por 6 a 2 e classificou-se para a segunda rodada (sim, esse é o nome verdadeiro dela!). Já Graziela Paulino dos Santos perdeu na primeira rodada para a vice-campeã mundial, Kang Chae-young, da Coreia do Sul, por 6 a 0. O outro brasileiro em disputa Bernardo Oliveira também teve azar no chaveamento e perdeu para o vice-campeão mundial Khairul Anuar Mohamad, da Malásia, em um embate decidido na última flecha, com placar final de 7 a 5.


Triatlo
As brasileiras fizeram uma boa campanha e ficaram no pelotão de frente por boa parte da competição. Vittoria Lopes terminou em 9º lugar, e Luisa Baptista em 15º.


Vela
Seis brasileiros entraram em ação no Porto de Enoshima, incluindo um ótimo início das campeãs olímpicas. Confira como estão os brasileiros, por categoria:

49erFX feminina- Atuais campeãs olímpicas, Martine Grael e Kahena Kunze largaram com tudo e venceram as duas primeiras regatas. Com o 6º lugar na terceira regata disputada, as brasileiras lideram com 3 pontos de diferença da dupla peruana formada por Diana Tudela e María Pia van Oordt que surpreendeu e foi regular nas primeiras regatas, estando em segundo lugar geral.

49er masculina: Medalhistas de ouro em Lima 2019, Marco Grael e Gabriel Borges estrearam bem na disputa do Skiff e estão em 5º lugar geral, mas seguem na cola dos primeiros.

Finn masculina: Quarto colocado na Rio 2016, Jorge Zarif venceu a segunda regata mas ficou apenas em 9º e 10º nas outras. Com 20 pontos ele está em quarto lugar, a apenas 3 atrás dos atuais líderes Giles Scott (GBR) e Facundo Olezza (ARG)

Laser masculino - O brasileiro Robert Scheidt disputou mais três regatas. Apesar de uma regata muito ruim, em que ele ficou em 18º lugar, ele venceu uma e foi terceiro em outra, e assim com o descarte do 18º lugar ele passa para o segundo lugar na classificação geral. 



Relembre as medalhas brasileiras:

4 OUROS

25/07- Nathalie Moellhausen - Esgrima (espada feminina)
26/07- Larissa Pimenta - Judô (52kg feminino)
27/07- Pamela Rosa - Skate (Street feminino)
27/07- Ícaro Miguel - Taekwondo (80kg masculino)

6 PRATAS

26/07- Kevin Hoefler - Skate  (Street masculino)
26/07- Edival ‘Netinho’ Pontes - Taekwondo (68kg masculino)
27/07- Rayssa Leal - Skate (Street feminino)
27/07- Henrique Avancini - Ciclismo (Mountain Bike masculino)
27/07- Rafaela Silva - Judô (57kg feminino)
27/07- Marcelo Chierighini, Breno Correia, Pedro Spajari, Bruno Fratus, Marco Antonio Ferreira Junior (eliminatórias), André Luís Calvelo (eliminatórias) - Natação (4x100m livre masculino)

9 BRONZES

25/07- Nathália Brigida - Judô (48kg feminino)
25/07- Eric Takabatake - Judô (60kg masculino)
26/07- Daniel Cargnin - Judô (66kg masculino)
27/07- Leticia Bufoni - Skate (Street feminino)
27/07- Milena Titoneli - Taekwondo (67kg feminino)
27/07- Guilherme Toldo - Esgrima (florete masculino)
28/07- Ana Sátila - Canoagem Slalom (K1 feminino)
28/07- Ketleyn Quadros - Judô (63kg feminino)
28/07- Fernando Scheffer - Natação (200m livre)
Foto: Superesportes

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