01/10 na história do esporte: em Seul 88, Brasil é prata e Steffi Graf leva o Golden Slam; em 2019, Sam Kendricks leva bi - Surto Olímpico

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01/10 na história do esporte: em Seul 88, Brasil é prata e Steffi Graf leva o Golden Slam; em 2019, Sam Kendricks leva bi

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time brasileiro de futebol no gramado de seul 1988 antes de partida

Nesta sexta-feira (1/10), completa 33 anos da final olímpica de futebol masculino, em que o Brasil perdeu para a União Soviética por sofridos 2 a 1 em Seul 1988. Seria o último título coletivo soviético na história dos Jogos Olímpicos de Verão. Na Coreia do Sul, o time brasileiro levava pela segunda vez consecutiva o vice-campeonato, repetindo a a conquista da prata de Los Angeles 1984. Em sua história, levaria dois bronzes (Atlanta 1996 e Pequim 2008) e uma prata (Londres 2012) antes de finalmente conquistar o bicampeonato olímpico, em Rio 2016 e Tóquio 2020.

Mas essa história ainda estava longe quando os times brasileiros e soviéticos entraram em campo do Estádio Olímpico de Seul, em 01 de outubro de 1988. Os brasileiros acordaram cedo naquele sábado para ver a seleção que seria a base da conquista do tetracampeonato da Copa do Mundo de 1994, como pontou Marcos Antônio em seu especial sobre os 100 anos de participação brasileira em Jogos Olímpicos

Comandada por Carlos Alberto Silva, o Brasil contou com Romário, Bebeto, Jorginho, Taffarel e Mazinho no seu elenco, e abriu os marcadores com Romário aos 30 minutos. Porém, sofreu o empate no segundo tempo e o fatídico gol da virada na prorrogação. 

Como salientou Felipe Santos, outro grande nome do esporte encontraria nos Jogos Olímpicos de Seul 1988 o trampolim para a glória definitiva: Galvão Bueno. O pesquisador lembra em seu especial sobre os Jogos Olímpicos na Televisão Brasileira que na semifinal contra Alemanha Ocidental, "pela primeira vez em sua carreira, Galvão gritou de alegria com defesas de Taffarel em pênaltis". A disputa de futebol não só lançou a carreira dos jogadores, mas também a de Galvão Bueno que saiu de Seul estabelecido como principal narrador esportivo da Rede Globo


Foto de capa: CBF/Futebol

Surte + 01/10 Antes do Surto: Steffi Graf leva o Golden Slam

Mulheres tenistas posam com medalhas em Seul 1988
Sabatini e Graff posam ao lado das medalhistas de bronze Zina Garrison e Manuela Maleeva-Fragnière (Crédito original não encontrado - Reprodução La Pelotita)

Ainda no dia primeiro de outubro de 1988, Steffi Graf, a tenista alemã ocidental que já havia conquistado os quatro Grand Slams no mesmo ano, venceu a final olímpica de simples diante da argentina Gabriela Sabatini e levou o Golden Slam, ou seja, os cinco títulos mais importantes do tênis em um ano olímpico. Confira a final completa no acervo dos Jogos Olímpicos

O feito seguiu exclusivo de Graf até este ano. Novak Djokovic foi para Tóquio com altas expectativas em repetir o feito, mas foi derrotado na semifinal diante de Alexander Zverev, antes de também cair na final do US Open. Já Diede de Groot e Dylan Alcott levaram o Golden Slam ao vencer o US Open, que este ano foi disputado após os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020


Surte + 01/10 Depois do Surto: Sam Kendricks é bicampeão mundial

Sam Kendricks beija dedos com placar do mundial ao fundo
Sam Kendricks comemora resultado com placar ao fundo (Crédito original não encontrado - Reprodução Revista Atletismo)

Em primeiro de outubro de 2019, a dois anos atrás, o norte-americano Sam Kendricks conquistou o bicampeonato mundial no salto com vara no Mundial de Atletismo disputado em Doha. O sueco sensação Armand 'Mondo' Duplantis, que ainda estava se lançando no circuito e tinha 19 anos, chegou a saltar para a mesma marca vencedora de 5,97m, mas ficou com o vice-campeonato por critérios de desempate, como informou Daniel Barbosa para o Surto Olímpico

O polonês Piotr Lisek ficou com o bronze para 5,87m enquanto Thiago Braz teve bom desempenho no Catar terminando em quinto lugar (5,70), seu melhor resultado no ciclo olímpico, que culminaria com a medalha de bronze em Tóquio. Augusto Dutra também disputou a final, terminando em décimo, a 5,55m.

Mondo Duplantis Piotr Lisek e Sam Kendricks no colchão
Medalhistas do salto com vara comemoram no colchão do Mundial de Atletismo de Doha 2019. (Foto: Dylan Martinez / Reuters)

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