Kiki Bertens e Elina Svitolina se juntam a grupo de tenistas que desistiram de disputar o US Open - Surto Olimpico

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Kiki Bertens e Elina Svitolina se juntam a grupo de tenistas que desistiram de disputar o US Open

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As tenistas Elina Svitolina e Kiki Bertens desistiram de competir no US Open devido a preocupações com a pandemia de Covid-19. O torneio, que será o primeiro Grand Slam a ser disputado após a paralisação devido à pandemia, está programado para ocorrer em Nova York no fim deste mês, mas muitos atletas já anunciaram que não participarão.

Svitolina, da Ucrânia, é a atual número 05 do ranking mundial e foi semifinalista na última edição do US Open, tendo perdido para a norte-americana Serena Williams. A ucraniana anunciou em comunicado que "não se sentia confortável em viajar para os Estados Unidos e colocar ela e sua equipe em risco".

Já a neerlandesa Bertens ocupa a sétima posição no ranking e tem como melhor resultado em um Grand Slam a eliminação na semifinal no Roland Garros de 2016, quando também foi derrotada por Serena Williams. A atleta afirmou que a situação nos Estados Unidos é "assustadora" e citou a necessidade de passar por um período de quarentena de 14 dias após o torneio antes de poder voltar a seu país como ponto decisivo em sua decisão de não disputar a competição.

Bertens, dos Países Baixos, é mais uma atleta do top-10 mundial a anunciar a desistência do US Open (Foto: REUTERS/Stefano Rellandini)

Além de Svitolina e de Bertens, a australiana Ashleigh Barty, número 01 do mundo, já havia anunciado sua desistência do US Open. A segunda colocada, Simona Halep, da Romênia, também havia declarado que não estaria em Nova York, mas seu nome foi incluído na lista de entrada da competição.

Entre os homens, nomes como Rafael Nadal, Stan Wawrinka, Nick Kirgyos e Gaël Monfils abriram mão de disputar o Grand Slam. Roger Federer, ainda buscando a melhor forma física, também está fora.

No estado de Nova York, 32 mil pessoas já morreram devido à Covid-19. O Centro Nacional de Tênis Billie Jean King, sede do US Open, chegou a abrigar um hospital de campanha durante o enfrentamento da pandemia.


Foto: REUTERS/Hannah McKay

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