Takahashi e Ishiy sobe 32 posições no ranking mundial de duplas mistas e desempenho anima técnico para o Pré-Olímpico - Surto Olímpico

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Takahashi e Ishiy sobe 32 posições no ranking mundial de duplas mistas e desempenho anima técnico para o Pré-Olímpico

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O tênis de mesa brasileiro passou a observar com atenção uma parceria de jovens. Bruna Takahashi e Vitor Ishiy, acostumados a brilhar em torneios individuais, tiveram um desempenho acima da média na semana passada, no torneio de duplas mistas do WTT Star Contender, em Doha, no Catar. Exatamente no momento onde estarão buscando a vaga de duplas mistas nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

O Brasil venceu o Pré-Olímpico de Equipes das Américas nos dois naipes, em 2019, no Peru. Com isso, garantiu as duas vagas continentais do torneio de equipes e as duas vagas de cada naipe no individual. O Pré-Olímpico, de 13 a 17 abril, em Rosario, na Argentina, servirá para classificar uma parceria de duplas mistas. Bruna e Vitor representarão o Brasil.

No Catar, eles eliminaram os egípcios Dina Meshref e Omar Assar, conquistando a vaga na chave principal, e, depois, nas oitavas de final, bateram os húngaros Szandra Pergel e Adam Szudi, que ocupam a 15ª colocação no ranking. Acabaram caindo para a dupla número 6 do mundo, os eslovacos Barbora Balazova e Lubomir Pistej, vencendo um set e vendendo caro os outros três.

A dupla mista foi crescendo durante a competição, alcançou as quartas de final e mostrou que tem potencial para evoluir e jogar num alto nível. Agora, temos o desafio do Pré-Olímpico. Sabemos que será um torneio bem difícil, pois só há uma vaga em disputa, e temos vários adversários de alto nível. Nossa expectativa é a de conseguir propor, passo a passo, nosso melhor nível, sem pensar demais no resultado final”, explica o técnico Francisco Arado, o Paco.

No ranking desta semana, Bruna e Vitor já aparecem em 32° lugar no ranking mundial de duplas mistas, subindo 32 posições em relação ao ranking da semana anterior. Subir de patamar é um objetivo, subir ao alto do pódio também, assim como fizeram outras vezes, em competições na América do Sul. O entrosamento, por sinal, parece ser um fator bem importante para os brasileiros.

“Sim, eles já jogaram no passado e conseguiram bons resultados, foram campeões dos Jogos Sul-Americanos, em 2018. Foi bem positivo encarar duplas de alto nível no Catar e conseguir competir com condições de vencer. Eles ainda têm muito para evoluir, mas acho que essa dupla tem potencial para isso”, finaliza o técnico.


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