Coluna Gran Willy: Osaka e Djokovic começam a construir favoritismo a caminho da Olimpíada de Tóquio - Surto Olímpico

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Coluna Gran Willy: Osaka e Djokovic começam a construir favoritismo a caminho da Olimpíada de Tóquio

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Campeões do Australian Open na chave feminina e masculina respectivamente, Naomi Osaka (JPN) e Novak Djokovic (SRB) começaram a estabelecer um status de favoritismo para os Jogos Olímpicos de Tóquio, ao vencerem o primeiro Grand Slam de 2021, justamente em quadras rápidas


O tênis na Olimpíada de Tóquio será disputado nas quadras duras do Ariake Tennis Park. E foi neste mesmo complexo que Osaka alcançou dois vice-campeonatos do agora WTA 1000 de Tóquio (na época chamado de Premier). Em 2016 ela perdeu a final contra a dinamarquesa Caroline Wozniacki e em 2018 perdeu para a tcheca Karolina Pliskova. 


Djokovic por sua vez, foi campeão do ATP 500 de Tóquio em 2019, erguendo seu troféu no Ariake Tennis Park, que também sedia este evento. Então tanto a japonesa como o sérvio já colecionam experiências nas quadras onde será disputada a Olimpíada. 


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Além de um histórico recente de muito sucesso com o título do Australian Open, Osaka e Djokovic compartilham uma semelhança: ambos são dominantes no piso duro


A tenista japonesa atual número 2 do mundo tem 10 finais na carreira, todas elas no piso duro. São sete títulos em sua trajetória, sendo quatro deles de Major: US Open 2018 e 2020 e Australian Open 2019 e 2021. Sempre que chega nas quartas de final dos Grand Slams, ela vence o torneio (12 vitórias e nenhuma derrota a partir das quartas). 


Já Djokovic, registra 12 títulos de Major em quadras rápidas, dos 18 troféus de campeão de Grand Slam que já ergueu na carreira. São nove no Australian Open (recorde) e três no US Open. Na Austrália o sérvio tem 82 vitórias e apenas oito derrotas em 17 participações. Nos Estados Unidos são 75 vitórias e 12 derrotas em 15 aparições. Dos seus 81 títulos na carreira, Djokovic conquistou 61 neste tipo de superfície


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O ‘fator casa’ também pode ser uma carta na manga de Osaka, principalmente se for permitida a presença de público nas arquibancadas. Assim ela contaria com o apoio da torcida japonesa na busca pela inédita medalha no tênis feminino do país


O tênis masculino japonês tem três medalhas olímpicas: duas nos Jogos da Antuérpia em 1920 (prata para Ichiya Kumagae em simples e prata para a dupla Ichiya Kumagae e Seiichiro Kashio) e uma no Rio de Janeiro 2016 (bronze para Kei Nishikori em simples). 


Por outro lado, Djokovic tem ao seu favor a experiência de três olimpíadas e a conquista do bronze em simples nos Jogos de Pequim 2008. Porém nas duas últimas edições do megaevento esportivo, ele teve uma grande pedra no sapato: o argentino Juan Martin del Potro, que o derrotou na disputa pelo bronze em Londres 2012 e na primeira rodada dos Jogos Rio 2016.


Claro, é cedo para apontar favoritos para a Olimpíada de Tóquio, principalmente neste cenário de incertezas causado pela pandemia de coronavírus. Mas não podemos negar que Osaka e Djokovic saíram na frente em relação aos demais adversários no quesito desempenho em pleno ano olímpico. 


Foto: Arte/Surto Olímpico


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