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Milão aprova licença de construção para obras na Vila Olímpica para os Jogos de Inverno de 2026

Reprodução: COIMA

 

Foi aprovada formalmente a licença de construção que permitirá que as obras da Vila Olímpica Milão Cortina 2026 comecem este mês no pátio ferroviário desativado de Porta Romana, em Milão. Os pedidos de licença de construção foram apresentados em outubro de 2021, mas houve contestações legais antes que os documentos formais fossem processados.


O processo conseguiu uma dispensa dada para escavações preliminares no local, antes da conclusão da papelada formal. O consórcio responsável alegou que isso vai permitir que as obras comecem quatro meses antes do previsto, em um terreno de 60 mil metros quadrados.


Os desenvolvedores italianos COIMA SGR e seus parceiros Covivio e Prada Holding e o fundo COIMA ESG City Impact compraram o espaço abandonado por € 180 milhões de euros em novembro de 2020. Os trabalhos de escavação e anteparo têm a conclusão prevista para o final de fevereiro.


A promessa é que o projeto criará na região "uma comunidade resiliente que promova a saúde e o bem-estar dos cidadãos" e ampliará no local ações de "biodiversidade, valorização do capital natural, silvicultura e soluções de agricultura urbana". O trabalho de preparação deve incluir "descarbonização consistente com as condições locais".


O empreendimento é financiado pelo banco Intesa Saopaolo que tem apoiado a obra com um empréstimo que está dotado de condições ligadas à sustentabilidade. Os construtores são obrigados a monitorar os objetivos ambientais e ecológicos com indicadores de desempenho que orientam o projeto e o processo de construção.


Os planos foram elaborados de acordo com os protocolos do Acordo de Paris, do Green Deal Europeu e do Plano Nacional de Recuperação e Resiliência, que foi concebido de acordo com os objetivos de desenvolvimento sustentável definidos pelas Nações Unidas.


O Village foi descrito como "o primeiro bloco de construção" na regeneração da área de Porta Romana da cidade. De acordo com a publicidade do projeto, sua função é oferecer um espaço primário para as Olimpíadas de Inverno de 2026, que se torne um bem a ser devolvido à comunidade da cidade.


O prazo para a conclusão da obra está previsto para julho de 2025, quando se espera que o Village seja formalmente entregue à Fundação Milan Cortina. Por coincidência, a Vila Olímpica de Torino 2006, última Olimpíada de Inverno realizada na Itália, também ficava ao lado de uma ferrovia da cidade e os retoques finais foram dados no último mês antes do início dos Jogos de 2006.


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