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| Foto: Diivulgação/Corinthians |
O mundo do basquete entrou em luto nesta terça (18), com a morte de Wlamir Marques, um dos responsáveis pelo Brasil ter alçado grandes voos na modalidade no Séc.XX. Seu falecimento foi confirmado pela CBB (Confederação Brasileira de Basquete).
Nascido em São Vicente, Wlamir é dono de duas medalhas de bronze olímpicas, em Roma 1960 e Tóquio 1964. Peça fundamental da seleção brasileira, o Ala esteve em quatro Mundiais no qual o país brilhou. Ele foi vice-campeão no Mundial de 1954 e bicampeão mundial, levando as edições de 1959 contra os EUA e 1963 contra a Iugoslávia. Depois, ainda foi vice-campeão em 1970. Ele ainda tem três medalhas pan-americanas sendo uma prata e dois bronzes
Em clubes, ele teve grande destaque no Corinthians, o que lhe rendeu um busto no Parque São Jorge e o nome do ginásio poliesportivo do clube. No Timão, Wlamir foi pentacampeão paulista, tricampeão brasileiro e tricampeão sul-americano.
| Foto: Arquivo/CBB |
Ele também teve seus momentos de treinador, no masculino e no feminino, passando por clubes de São Paulo. Grande conhecedor do esporte, ele foi comentarista da Globo na década de 80 e comentou quatro Jogos Olímpicos pela Rede Manchete. Depois, foi para a ESPN.
Em 2023, ele entrou para o Hall da Fama da FIBA (Federação Internacional de Basquete), sendo eternizado pela confederação, devido a suas glórias e ao seu jogo. Talentoso, ele teve apelidos como Diabo Loiro e Disco Voador, além de ser premiado como melhor jogador do continente em 1961.

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