Com chances de título brasileiro nas duas categorias, Trestles recebe a WSL Finals - Surto Olímpico

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Com chances de título brasileiro nas duas categorias, Trestles recebe a WSL Finals

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Depois de fazer sua estreia em Jogos Olímpicos, o surfe decidirá a partir nesta terça (14), em Trestles, na Califórnia, o campeão mundial da temporada 2021. Na categoria masculina, três brasileiros marcarão presença: Gabriel Medina, Ítalo Ferreira e Filipe Toledo. No feminino, estaremos representados por Tatiana Weston-Webb, que desafiará a tetra campeã mundial e ouro em Tóquio Carissa Moore, do Havaí.


Esta será a primeira temporada decidida neste formato, que já está garantido para 2022. A WSL Finals é um evento único com a presença dos cinco melhores de cada ranking, ou seja, os surfistas que mais pontuaram nas sete etapas deste ano, com vantagem para os líderes Gabriel e Carissa que disputarão apenas um confronto. 


A etapa começa às 11h30 no horário de Brasília com transmissão da WSL em seu site e YouTube. Além dela, a ESPN transmitirá na televisão e a Star + no streaming. 


Top 5 feminino 

  1. Carissa Moore (HAW) - 37.770
  2. Tatiana Weston-Webb (BRA) - 34.715
  3. Sally Fitzgibbons (AUS) - 33.000
  4. Stephanie Gilmore (AUS) - 32.035
  5. Johanne Defay (FRA) - 32.035


Serão quatro confrontos, começando com o embate entre Johanne Defay e Stephanie Gilmore, quinta e quarta colocadas na classificação geral. Quem vencer enfrenta Sally Fitzgibbons. É deste confronto que sai a adversária de Tati, funcionando como uma semifinal. 


Os três confrontos serão em bateria única. Já a final, contra Carissa Moore será em melhor de três. Se torna campeã mundial quem vencer duas baterias na final. Entre as cinco finalistas, apenas duas já são campeãs mundiais, Clarissa e Sally Fitzgibbons - que tem sete títulos -, sendo a maior campeã do circuito. 


Chaveamento da disputa feminina (Foto: Reprodução/WSL)

A temporada 2021 teve sete vencedoras diferentes em sete etapas e as cinco venceram neste ano. Carissa venceu em Newcastle (AUS), Tati em Margaret River (AUS), Sally em Rottnest Island (AUS), Defay na etapa do Surf Ranch na Califórnia e Gilmore venceu a última etapa no México, o que deixa a disputa ainda mais equilibrada e indefinida. 


Top 5 masculino

  1. Gabriel Medina (BRA) - 43.400
  2. Ítalo Ferreira (BRA) - 31.660
  3. Filipe Toledo (BRA) - 30.735
  4. Conner Coffin (USA) - 25.355
  5. Morgan Cibilic (AUS) - 25.270


Bicampeão mundial, Gabriel vai precisar vencer apenas duas baterias para conseguir ser o sexto surfista a ganhar três títulos mundiais. Seus maiores obstáculos serão seus compatriotas Ítalo e Filipe. Nesta temporada, Filipinho conquistou a etapa do Surf Ranch justamente em cima de Medina. 


Contra Ítalo, o campeão olímpico, Gabriel leva a pior no retrospecto direto, com sete derrotas contra quatro vitórias. Neste ano, o potiguar derrotou o paulista na final da etapa de Narrabeen, na única etapa da liga vencida por ele na temporada. Gabriel ainda venceu Conner Coffin na final da etapa de Newcastle, além de vencer todos os confrontos contra o novato Morgan Cibilic, da Austrália.


Chaveamento mascuilno (Foto: Reprodução/ WSL)

Das sete etapas da temporada regular, apenas a primeira e a última não foram vencidas pelo Top 3 brasileiro. Em Pipeline, deu John John Florence (HAW), que machucado não completou a temporada. No México, a vitória ficou com Jack Robinson (AUS). 


Para Ítalo, não é só o bicampeonato que está em disputa. Ele pode ser o primeiro surfista na história a conquistar no mesmo ano o ouro olímpico e o título mundial, cravando de vez seu nome entre os maiores da história da modalidade.


Filipe tem na carreira dez etapas vencidas, sendo o último vencedor de Trestles, no ano de 2019. Essa é sua primeira decisão de título e suas duas vitórias neste ano em Margaret River e no Surf Ranch, mostram que ele vem com sede e pode ser o quarto integrante da Brazilian Storm a ser campeão do mundo.


Foto em destaque: WSL

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