Quenianas fazem dobradinha em prova sem brasileiras na maratona feminina


Deu Quênia na disputa da maratona feminina nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. As quenianas Peres Jepchirchir e Brigid Kosgei ficaram com ouro e prata na disputa realizada nesta sexta-feira a noite em Sapporo. O bronze ficou para o Estados Unidos com Molly Seidel em evento sem participação brasileira.


O ouro veio com a marca de 2h27min20s, quase 4 minutos de diferença para o recorde olímpico de Tiki Gelana (ETH) batido em Londres-2012. A recordista mundial Kosgei, favorita ao ouro, terminou com a prata após 2h27min37s, bem longe dos 2:14.04 feitos em Chicago, em 2019.


Quem era cotada a medalha e abandonou a prova foi a também queniana Ruth Chepngetich, atual campeã mundial. Ruth passou em 10º lugar na marca dos 30km, mas não resistiu ao forte calor japonês e abandonou na sequência.


Já Jechirchir dá para dizer que ela liderou a prova de ponta a ponta, sempre na primeira ou segunda colocação. Mesma coisa para Kosgei, em uma belíssima prova de equipe, comum nas maratonas. A norta-americana Seidel era uma das cotadas à surpreender na prova olímpica. Desde os primeiros quilômetros ela aparecia no top-10 da prova e continuou assim na parte final da prova, correndo com muita segurança para a medalha olímpica.


Neste sábado será disputado a prova da maratona masculina às 7h (de Brasília). Diferentemente da prova para mulheres, o Brasil será representado por três atletas: Daniel Chaves, Daniel do Nascimento e Paulo Roberto de Paula. A expectativa é que Eliud Kipchoge (KEN) bata o recorde mundial, mesmo em condições adversas.


Foto em destaque: Feline Lim/Reuters

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