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Por forjar provas, marchadora mexicana medalhista olímpica é banida até 2026

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Medalhista olímpica na marcha atlética do Rio 2016, Maria Guadalupe Gonzalez Romero foi suspensa por quatro anos por adulteração no processo antidoping.

A atleta, de 32 anos, foi punida por testar positivo para o esteroide trembolona e apelou para a Corte Arbitral do Esporte, apresentando documentos forjados como prova de sua suposta contaminação. Após a análise da União de Integridade do Atletismo (AIU), o CAS julgou que a mexicana violou outra regra antidoping.

De acordo com a investigação, o restaurante que a marchadora alega ter comido carne contaminada fechou vários anos antes do que o recibo do restaurante apresentado indica e o laudo do hospital mostrando que a atleta apresentava anemia também foi forjado.

A acusação ganhou força com uma alegação de que Gonzalez, enquanto fazia um teste de polígrafo, admitiu que havia fornecido recibos falsos, apresentou provas médicas forjadas e pediu a um amigo para dar falso testemunho.

Maria alegou que os seus advogados foram responsáveis pela apresentação de provas falsas, e que foi perseguida e submetida a testes mais rigorosos depois da vitória no Campeonato Mundial por equipes de Marcha Atlética, batendo os chineses.

No todo, a atleta está banida do esporte até 15 de novembro de 2026.

Foto: AFP

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