Brasil conquista nove ouros na abertura do Sul-Americano de Atletismo - Surto Olímpico

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Brasil conquista nove ouros na abertura do Sul-Americano de Atletismo

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No primeiro dia de competições da Campeonato Sul-Americano de Atletismo, realizado no sábado (29) em Guayaquil, Equador, no Estádio Modelo Alberto Spencer, o Brasil conquistou 20 medalhas, com nove ouros, cinco pratas e seis bronzes.

Na 1ª etapa, no período da manhã, destaque para dobradinha no salto em distância feminino, com ouro para Leticia Oro Melo, com 6,63 m, prata para Eliane Martins, com 6,57 m e bronze para panamenha Nathalle Aranda, com 6,34 m.

O segundo ouro da etapa da manhã, foi com Laila Ferrer, no lançamento de dardo, com 59.97 m. A prata ficou com a colombiana Maria Lucelly Murillo, com 59.92 m e fechando o pódio, Jucilene Sales de Lima, com 59,65 m.

Na marcha atlética feminina de 20.000m, prova que abriu a competição, Érica Sena fez 1:30:51:97, batendo o recorde brasileiro e levando a prata. A marca anterior era de Gabriela Muniz, feita este ano em Bragança Paulista, com 1:35:02:56. A atleta também competiu em Guayaquil, ficando em sétimo lugar com 1:41:56:37.

A prova teve domínio das donas da casa com vitória para jovem Glena Morejon, com 1:29:24:61 e fechando o pódio a também equatoriana Maritza Guaman, com 1:32:46:25.

No salto em distância masculino, vitória do colombiano Arvilla Dalmero no desempate, pois sua melhor marca foi 7,94 m, mesma marca atingida pelo uruguaio Emiliano Lasa. O brasileiro Alexsando Melo foi bronze com 7,93 m, mesma marca de Samory Uiki, que ficou em quarto pelo critério de desempate, de segundo melhor salto.

No lançamento de dardo, o amazonense Pedro Henrique Nunes Rodrigues foi bronze com 73,57 m. O ouro foi para Colômbia, com Arley Ibarguen, com 75,62 m e a prata para seu compatriota, Julio Lopes Williams, com 75.53 m. O outro brasileiro Luiz Mauricio Dias ficou em sexto lugar, com 70,74 m.


Na segunda etapa, Vitória Rosa e Felipe Bardi vencem nos 100 m

Na etapa da tarde, nas provas de velocidade, os 100m feminino, Vitória Rosa com 11.31, seguida da equatoriana Marizol Landazuri, com 11.39, e da atleta de Guiana Jasmine Abrams, com 11.39. A outra brasileira, Ana Carolina Azevedo, ficou na sexta colocação, com 11.78.

Na versão masculina da prova dobradinha brasileira no pódio, com vitória de Felipe Bardi, com o bom tempo de 10.10, porém com marca não válida por causa do vento acima do permitido (+2.2), Derick Silva ficando com o bronze com 10.35. Entre os brasileiros o atleta da Guiana, Emanuel Archibald, foi prata.

Nos 100m com barreiras, vitória de Ketiley Batista com 12.96, marca essa não válida devido ao vento estar acima do permitido. A outra brasileira na disputa, Micaela Rosa, ficou em quarto lugar com 13.75.

Nos 1.500 masculino, Thiago André foi ouro com 3:37:92, seguido pelo argentino Frederico Bruno, com 3:38:25 e pelo uruguaio Santiago Catrofe, com 3:38:67. O gaúcho Guilherme Kurtz ficou em quarto lugar, com 3:40:66.

Nos 10.000m masculino, vitória praticamente de ponta a ponta de Daniel Nascimento, com 29:18:06, em segundo e terceiro ficaram os irmãos Nicolas e Martin Cuestas respectivamente.

Nos 400 m masculino, vitória colombiana com Kelvis Padrino com 45.82. O melhor brasileiro foi Lucas Carvalho, com 46.31. Na versão femininaTiffani Marinho faturou o ouro com 52.65 confirmando seu favoritismo.

No salto com vara feminino, a gaúcha Isabel Demarco Quadraos saltou para a marca de 4,00m e foi prata. Nessa prova a vitória foi da colombiana Katherin Castillo, saltando para 4,30m.

No lançamento de disco, a paulista Izabella Rodrigues, campeã mundial sub-20 em 2014, ganhou com 62,18m, sua melhor marca pessoal. A chilena Karen Gallardo ficou em segundo com 59,72m, seguida da também brasileira Lidiane Cansian, com 55,61m.

No lançamento de disco masculino, o ouro ficou com o atleta do Chile Lucas Nervi, com 63,18m, seguidos dos brasileiros Alan Christian de Falchi (61.16) e Wellington Fernandes (59.55 m).

O Sul-Americano é uma oportunidade dos atletas tentarem índice para Tóquio-2020 e para somarem pontos importantes para tentarem a qualificação por meio do ranking mundial. Além disso, os campeões asseguram vaga para o Mundial de Atletismo a ser disputado no Oregon em 2022.

Foto: Wagner Carmo/ CBAt

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