Dupla australiana do saltos se diz desapontada com a FINA - Surto Olímpico

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Dupla australiana do saltos se diz desapontada com a FINA

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A australiana Annabelle Smith, medalhista de bronze nos saltos ornamentais na Rio-2016, postou nesta quinta (14), uma nota onde mostra estar desapontada com a FINA (Federação Internacional de Esportes Aquáticos), por continuar com um evento classificatório após a declaração de estado de emergência em Tóquio. O torneio em questão é a Copa do Mundo de Saltos Ornamentais que será realizado entre 1 e 6 de maio.


A FINA recentemente alterou os locais de disputa dos seus classificatórios olímpicos, como o da Maratona Aquática que saiu do Japão e vai ser disputado em Setúbal, Portugal e a de nado artístico que vai ser disputada em Barcelona. Sendo assim, a competição de saltos foi a única que não saiu da sede dos próximos Jogos e será realizada em um período de aumento de casos e restrições no país.


A seleção australiana de saltos ornamentais decidiu por segurança, não mandar o seus atletas a competição, assim impedindo Annabelle e sua parceira Maddison Keeney de defender suas medalhas de bronze conquistadas no trampolim de 3m no jogos do Rio-2016. A atleta disse que o principio do fair play, o jogo limpo, não está sendo levado em conta.


"Maddi e eu fomos arrancadas de defender nossa medalha de bronze, em um evento que buscamos ir até o limite desde o Rio", escreveu ela.



Em apoio a sua parceira, Keeney afirmou também estar desapontada com a FINA: "Absolutamente desapontada que tivemos que sair do evento e mais ainda com a Fina e sua decisão de continuar com a Copa do Mundo."


A seleção australiana também tocou no assunto do jogo limpo e disse que a competição devia ser  segura e limpa. "A FINA afirmou que uma competição justa é o mais importante e que a Copa do Mundo deve ser um evento de qualificação seguro e justo". 


"A nossa posição é clara e nestas circunstâncias, não é possível um evento classificatório olímpico, seguro e justo" completou a nota.


Foto: Dominic Ebenbichler/Reuters

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