Cavaleiro da equipe brasileira de Hipismo adestramento pega três anos de gancho por maus tratos a pônei - Surto Olímpico

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Cavaleiro da equipe brasileira de Hipismo adestramento pega três anos de gancho por maus tratos a pônei

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O tribunal disciplinar da Federação Equestre Internacional (FEI) decidiu por suspender o cavaleiro brasileiro Leandro Aparecido da Silva por três anos após maltratar um pônei no interior de São Paulo no ano passado.


O vídeo, que viralizou em 2020, mostrou Leandro, de 45 anos, montando o pônei e usando grosseiramente as rédeas no animal. O cavaleiro tentou justificar o ato, alegando que o pônei havia mordido a sua filha, dona do animal.


Em outro vídeo, o filho de 20 anos de Leandro monta o pônei o forçando a tentar saltar um obstáculo, com o animal se chocando no obstáculo.


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O tribunal da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) alegou não ter jurisdição sobre o caso, uma vez que ele não aconteceu em competições, o que fez a FEI abrir um procedimento disciplinar contra Leandro usando o artigo 142 das regras gerais da FEI, que proíbe os maus tratos a cavalos.


Leandro, que disputou os Jogos Olímpicos de 2008 em Pequim e o Pan-Americano de 2019, em que levou a medalha de bronze no Peru, vai pagar uma multa de 5.000 Francos suíços (R$ 30.203,00) como punição e arcar com 2.000 francos suíços (R$ 12.601,00) das custas do processo.


O brasileiro tem 21 dias, que conta a partir de 19 de abril, para recorrer da punição junto a Corte Arbitral do Esporte.


Foto: WEG/Eurodressage.com

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