Morte de cavalo pode tirar paquistanês do Concurso Completo de Equitação no Hipismo em Tóquio - Surto Olimpico

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Morte de cavalo pode tirar paquistanês do Concurso Completo de Equitação no Hipismo em Tóquio

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A morte de seu cavalo pode tirar o cavaleiro Usman Khan (PAK) do Concurso Completo de Equitação no Hipismo nos Jogos de Tóquio em 2021.

Khan, que mora na Austrália desde 2005, praticava hipismo no Paquistão, que entretanto não tinha implicações esportivas no país, tanto que nunca um cavaleiro ou amazona do país havia participado dos Jogos antes.

O cavaleiro deveria ter sido o primeiro atleta do país a disputar o hipismo nos Jogos, mas veio o adiamento do evento pela pandemia da COVID 19 e o infortúnio também deu as caras na vida de Khan.

Isso porque o cavalo com o qual ele se qualificou, Azad Kashmir - cavalo batizado em homenagem a região da Cashemira-, área de maioria muçulmana no Himalaia paquistanês, morreu de uma parada cardíaca fulminante. Pelas regras do hipismo, o cavaleiro/amazona deve disputar os Jogos com o cavalo/égua que se classificou, ou seja, em teoria, Khan teria que se classificar novamente com outra montaria.

Caso se confirme essa regra, o problema é a falta de recursos. Khan mal tem dinheiro para financiar a viagem para os Jogos. Ele sequer disputou os Jogos Asiáticos em 2014 e 2018 por falta de dinheiro.

O paquistanês largou o emprego de técnico de informática em junho de 2019 e gastou 70 mil Euros (449mil reais) na aquisição de Azad, um cavalo de 13 anos criado na Nova Zelândia, e agora não tem como comprar um outro, pois o comitê olímpico do Paquistão também não tem dinheiro para a aquisição.

Foto: OZ Shots

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