Guia dos Sistemas Qualificatórios Olímpicos Atualizados - Natação - Surto Olimpico

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Guia dos Sistemas Qualificatórios Olímpicos Atualizados - Natação

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Status: Interrompido. À espera de competições válidas para a obtenção de índices;

Eventos/Vagas: 35 eventos (17 masculinos, 17 femininos e um misto) com 878 atletas
  • 50m livre (Masculino/Feminino);
  • 100m livre (M/F);
  • 200m livre (M/F);
  • 400m livre (M/F);
  • 800m livre (M/F);
  • 1500m livre (M/F);
  • 100m borboleta (M/F);
  • 200m borboleta (M/F);
  • 100m costas (M/F);
  • 200m costas (M/F);
  • 100m peito (M/F);
  • 200m peito (M/F);
  • 200m medley (M/F);
  • 400m medley (M/F);
  • 4x100m livre (M/F);
  • 4x200m livre (M/F);
  • 4x100m medley  (M/F/Misto)

Sistema qualificatório


O período para obter as vagas olímpicas, antes programado para terminar em 29 de junho de 2020 foi ampliado até 27 de junho de 2021. O período para obter as marcas começou no dia 1º de março de 2019 e vai até o novo limite, desde que seja em competições válidas e oficiais.

Os atletas se classificarão diretamente caso atinjam o índice A de um evento, respeitando o limite de dois nadadores por nação em cada prova. Alguns países, porém, preferem determinar sua delegação por meio de seletivas nacionais, como os Estados Unidos, a Austrália e o próprio Brasil. Assim, os melhores atletas dessas seletivas se garantem nos Jogos, desde que tenham obtido o índice A.

No caso dos revezamentos, os doze melhores colocados de cada prova no Mundial de 2019 garantiram vaga em Tóquio. Os quatro últimos postos de cada evento irão para os países com os melhores tempos que ainda não tenham se classificado. A data limite de obtenção de tempos para os revezamentos é 31 de maio de 2021.

Revezamento 4x200m livre do Brasil, campeão mundial de piscina curta em 2019, já está garantido em Tóquio (Foto: Satiro Sodré / SSPress / CBDA)

Os países que não conseguirem atletas com índice A têm garantidas duas vagas, uma de cada gênero, para os Jogos Olímpicos de Tóquio pelo critério de universalidade. Antes, somente os esportistas que participaram do Mundial de Gwangju - ao todo, 192 nações competiram no evento na Coreia do Sul - poderiam conseguir a vaga por meio do critério. No entanto, a Fina modificou essa regra e agora não há esta obrigatoriedade, sendo permitida a substituição dos atletas de um mesmo país por ocasiões excepcionais, como aposentadoria, lesão ou suspensão por doping.

Ao todo, 878 nadadores competirão nos Jogos, menor número desde Atlanta 1996, quando participaram 762 atletas - na Rio 2016, foram 900. Essa redução na quantidade de esportistas ocorre mesmo com a inclusão de três novas provas no programa olímpico (800m livre masculino, 1500m livre feminino e revezamento 4x100 medley misto). A diminuição afetará principalmente os nadadores que atingirem apenas o índice B, já que os atletas com índice A e os que se encaixarem nas regras de universalidade serão priorizados. Os nadadores com índice B serão chamados apenas para suprir as vagas restantes dentre as 878 estipuladas.

Com isso, a ordem de classificação da corrida olímpica da natação é a seguinte:
1. Todos os atletas com tempos de qualificação olímpica A, com limite de 2 por país;
2. Atletas em revezamentos;
3. Universalidade;
4. Atletas com tempos de qualificação olímpica B (um atleta por evento, desde que não passe das 878 vagas)

+ Volte para a Central do Guia dos Sistemas Qualificatórios Olímpicos Atualizados

Brasil

Até o momento, 20 nadadores brasileiros já fizeram o índice olímpico A em 16 diferentes provas. No entanto, nenhum atleta está classificado, porque todos precisarão passar por uma seletiva nacional para definir quem irá a Tóquio. É provável que a seletiva brasileira ocorra em abril de 2021. Além das vagas individuais, o Brasil tem vagas nos revezamentos masculinos dos 4x100m e 4x200m livre e dos 4x100m medley.

  • Bruno Fratus - 50m livre
  • Guilherme Guido - 100m costas
  • Felipe Lima - 100m peito
  • João Gomes - 100m peito
  • Caio Pumputis - 100m peito, 200m peito e 200m medley
  • Felipe França - 100m peito
  • Vinicius Lanza- 100m borboleta
  • Marcelo Chierighini - 100m livre
  • Breno Correia - 100m e 200m livre
  • Pedro Spajari - 100m livre
  • Marco Antonio - 100m livre
  • Gabriel Santos - 100m livre
  • Guilherme Costa - 400m, 800m e 1500m livre
  • Leonardo de Deus - 200m borboleta
  • Fernando Scheffer - 200m livre
  • Luiz Altamir - 200m livre
  • Leonardo Santos - 200m medley
  • Brandonn Almeida- 400m medley
  • Etiene Medeiros - 50m livre
  • Viviane Jungblut - 1500m livre
Especialista nos 50m costas, prova não-olímpica, Etiene Medeiros focou nos 50m livre neste ciclo e pode brigar por medalha em Tóquio (Foto: Wander Roberto/COB)

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