Assembleia Geral da ONU transfere Trégua Olímpica dos Jogos de Tóquio para 2021 - Surto Olimpico

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Assembleia Geral da ONU transfere Trégua Olímpica dos Jogos de Tóquio para 2021

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Seguindo o adiamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio para 2021, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) transferiu o período da Trégua Olímpica para o próximo ano. A confirmação das novas datas ocorreu nesta segunda-feira, que passam a valer de 16 de julho de 2021 (sete dias antes da abertura da Olimpíada) a 12 de setembro de 2021 (sete dias depois da cerimônia de encerramento da Paralimpíada).

"Com o apoio deles, os governos do mundo inteiro estão enfatizando mais uma vez o poder unificador dos Jogos Olímpicos. Os Jogos são uma celebração da unidade da humanidade em toda a nossa diversidade", saudou o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach. "Essa decisão também é um forte sinal de confiança de que esses Jogos Olímpicos serão a luz no fim do túnel escuro que a humanidade está passando atualmente".

Com a mesma linha de raciocínio que a de Bach, o presidente do Comitê Organizador de Tóquio-2020, Yoshiro Mori, agradeceu à ONU e falou sobre o papel do esporte no enfrentamento à pandemia. "Como a disseminação global da Covid-19 traz mais dificuldades para as regiões que já enfrentam conflitos, continuamos a colocar a esperança no poder do esporte de aproximar pessoas de todo o mundo e ajudar a alcançar a paz", disse. 

A Trégua Olímpica visa garantir uma paralisação de todas as hostilidades, permitindo a passagem e participação seguras de atletas e espectadores que participam dos Jogos Olímpicos. A medida remete à tradição do Jogos Olímpicos da Antiguidade, que ocorreram na Grécia, e reafirmam os valores olímpicos de paz, solidariedade e respeito.

De acordo com o próprio COI, os principais objetivos buscados pelo Movimento Olímpico através da Trégua são "mobilizar jovens para a promoção do ideal olímpico, usar o esporte para ajudar a construir pontes entre comunidades em conflito e, de maneira mais geral, criar uma janela de oportunidade para o diálogo e reconciliação".

Foto: COI

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