Central argentina Julieta Lazcano diz estar confiante na força de sua seleção para os Jogos de Tóquio: “Temos potencial para surpreender” - Surto Olimpico

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Central argentina Julieta Lazcano diz estar confiante na força de sua seleção para os Jogos de Tóquio: “Temos potencial para surpreender”

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Uma das mais experientes jogadoras da seleção argentina feminina de vôlei e medalhista de bronze no Pan de Lima em 2019, a central Julieta Lazcano indicou estar confiante no sucesso do time de seu país nos Jogos Olímpicos de Tóquio do ano que vem.

"Espero que possamos surpreender muitas pessoas, porque tenho certeza de que temos potencial para fazê-lo", afirmou a atleta de 30 anos em live no Instagram do site argentino Somos Volley. “As jogadores mais jovens que se juntaram ao nosso time após as Olimpíadas do Rio melhoraram nosso patamar e também trouxeram um novo nível de energia. Acredito que podemos desafiar qualquer equipe do mundo no momento”.

Os Jogos no Rio de Janeiro em 2016 marcaram a primeira participação da Argentina no vôlei feminino em Olimpíadas. Na ocasião, a equipe terminou em nono lugar, caindo na primeira fase com quatro derrotas e uma apertada vitória por 3 sets a 2 diante de Camarões. A campanha não tão boa, segundo Lazcano, pode ser atribuída ao nervosismo que as atletas sentiram por defenderem as cores do país em um evento de tamanha importância.

"Foi a nossa primeira vez nas Olimpíadas e estávamos todas muito empolgadas com essa experiência", relatou. “Lembro que quando estávamos entrando na quadra para a nossa primeira partida, a arena estava completamente escura e estávamos entrando com o som de um batimento cardíaco. Era como se eu estivesse flutuando, não conseguia sentir minhas pernas. Eu nunca havia me sentido assim, e com essas lembranças em mente, posso entender porque era tão difícil controlar nossas emoções e jogar no nível que podíamos”.

Após um ciclo olímpico de crescimento, as “Panteras”, como a seleção argentina é conhecida, conseguiram a classificação para os Jogos de Tóquio após vencerem o Pré-Olímpico da América do Sul em janeiro deste ano. Com o grupo possuindo mais rodagem, a central espera que a equipe atue melhor no Japão.

"É claro que queríamos ter um melhor desempenho no Rio, mas crescemos como equipe e como atletas com essa experiência e isso foi a coisa mais importante", declarou. “Ouvi de vários atletas que, nas suas primeiras Olimpíadas, você se preocupa apenas em experimentá-la e que a segunda vez é quando você realmente compete. Espero que seja esse o caso conosco. É um torneio muito único do ponto de vista emocional e tenho certeza que saberemos como lidar melhor com isso em Tóquio”.

A missão das argentinas nas Olimpíadas não será fácil. A seleção caiu no grupo A, que contém a China, atual campeã olímpica, e a Itália, vice-campeã mundial em 2018, além dos tradicionais Estados Unidos e Rússia e da perigosa Turquia. Os seis países brigarão por quatro vagas nas quartas-de-final. No grupo B, estão Brasil, Sérvia, Japão, Coreia do Sul, Quênia e República Dominicana.

Foto: Reprodução/FIVB

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