Lance Armstrong admite que doping pode ter causado câncer enfrentado durante a carreira - Surto Olimpico

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Lance Armstrong admite que doping pode ter causado câncer enfrentado durante a carreira

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O ex-ciclista Lance Armstrong, banido do esporte em 2012 por casos de doping, admitiu que seus anos envolvido com as substâncias proibidas podem ter sido grandes fatores para o desenvolvimento de um câncer no testículo quando ainda tinha 25 anos, logo após sua participação nos Jogos Olímpicos de Atlanta em 1996.

Armstrong é o grande personagem de um documentário produzido pela ESPN norte-americana intitulado "Lance", onde admite ter começado a se dopar muito antes de conseguir grandes resultados. 

Ao ser perguntado pela direção da obra, sobre a relação entre o doping e o câncer que teve durante a carreira, relação na qual ele disse que não poderia descartar, Armstrong disparou. "Eu não quero dizer que não, porque também não acho certo. Não sei se é sim ou não, mas certamente não diria que não".

"A única coisa que vou dizer é que a única vez que fiz hormônio do crescimento foi na temporada 1996", disse Armstrong.

Durante um dos trailers do documentário, Armstrong revela que sempre se interessou sobre assuntos relacionados às substâncias, alegando que procurava instrução sobre o que desejava tomar e que sempre o fez por vontade própria. "Eu não sou um desses cara, eu sempre fui 'oh, o que temos aqui?'. Sempre perguntei, sempre soube, e sempre tomei a decisão por conta própria. Eu me instruí sobre o que estava sendo dado e escolhi fazê-lo". 

"Lance" terá sua estreia na ESPN norte-americana no dia 24 de maio, terminando no dia 31. 

Lance Armstrong teve sete títulos do Tour de France (de 1999 a 2005) retirados, além de ter perdido a medalha de bronze conquistada nos Jogos Olímpicos de Sydney em 2000. Após uma entrevista concedida à apresentadora de TV, Oprah Winfrey, onde assumiu pela primeira vez o uso de substâncias proibidas, ele foi forçado a deixar a Fundação de combate ao câncer que levava seu nome. Hoje, esta organização sem fins lucrativos chama-se Livestrong Foundation. 

Foto: Nathalie Magniez/AFP

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