Parada das Nações: Colômbia - Surto Olimpico

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Parada das Nações: Colômbia

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Sigla: COL
Medalhas na história: Ouro 5 | Prata 9 | Bronze 14 | Total: 28
No Rio de Janeiro... Ouro 3 | Prata 2 | Bronze 3 | Total: 8

A Colômbia possui uma longa história em Jogos Olímpicos, que começou em Paris 1900. Desde Melbourne 1956 o país participa de forma ininterrupta das Olimpíadas. Apesar disso, o primeiro ouro veio apenas em Sydney 2000, no levantamento de peso.

As participações colombianas no século XXI apresentam uma crescente, sendo que no Rio 2016, o país conquistou pela primeira vez mais de um ouro na mesma edição, alcançando por três vezes o topo do pódio.

Esportes Fortes:

Levantamento de Peso: Responsável por dar ao país um ouro, duas pratas e um bronze na história olímpica, o levantamento de peso colombiano subiu no pódio nas últimas quatro edições. Destaque para María Isabel Urrutia, campeã na categoria 75kg em Sydney 2000.

Ciclismo: O ciclismo colombiano tem atletas de topo no nível internacional. No Rio foram duas medalhas, com destaque para Mariana Pajón, bicampeã olímpica no BMX.

Pajón ganhou o ouro em 2012 e 2016 e tem tudo para buscar o tri em Tóquio
Destaques:

Mariana Pajón (ciclismo BMX): Tricampeã mundial e Bicampeã olímpica, Pajón não teve um ciclo olímpico dos melhores depois do Rio 2016, mas a técnica apurada é um grande trunfo para colocá-la nas primeiras posições em um esporte com alto grau de imprevisibilidade.

Caterine Ibargüen (atletismo): A atleta do salto triplo é bicampeã mundial na modalidade tendo medalhado em todas as edições desde 2011, além de ser a atuaç campeã olímpica. Ibargüen segue como uma das principais atletas para tentar medalhar novamente.

Robert Farah/Juan Cabal (tênis): Atuais número 1 e 2 do mundo nas duplas, Farah e Cabal foram campeões de duplas em 2019 nos Grand Slam de Wimbledon e no US Open, além de duas seminais no ATP Masters. Chegam para brigar pelo ouro no Japão.

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