Tiago Splitter faz projeções com a seleção: "Medalha em Olimpíada ou Mundial"



De férias em Blumenau, o catarinense Tiago Splitter aproveita seus dias de folga após ser o primeiro brasileiro a vencer a NBA, maior campeonato de basquete do mundo, pelo San Antonio Spurs. Apesar do feito, o atleta de 29 anos ainda sonha mais alto. Quer outros feitos, agora com a camisa da seleção brasileira, que disputa o Mundial de 30 de agosto a 14 de setembro, na Espanha.

- Eu quero conseguir uma medalha com o Brasil em uma Olimpíada ou no Mundial, estar no cenário mundial com a seleção brasileira - disse, em entrevista à RBS TV.

O Brasil está no "grupo da morte", o A, que tem Espanha, dona da casa e 2ª no ranking da Federação Internacional de Basquete (Fiba); França, atual campeã europeia e número 8ª do mundo; Sérvia (11º), quarta colocada no Mundial de 2010; Egito (46º); e Irã (20º). A sede do grupo será em Granada.

A estreia da seleção brasileira no Mundial será contra a França, no dia 30 de agosto. Caso se classifique para a próxima fase, o Brasil lutará por uma vaga nas quartas contra um dos quatro primeiros colocados do grupo B, que tem a Argentina como cabeça de chave, Croácia, Filipinas, Grécia, Porto Rico e Senegal como adversários.

Com a apresentação na seleção marcada para o dia 20 de julho, o catarinense também aproveita para estimular o basquete em sua cidade natal. No próximo final de semana, Splitter fará uma clínica de basquete no ginásio Sebastião Cruz. Entre os dias 28 e 29, o pivô do San Antonio Spurs tentará objetivo passar a experiência para os jovens brasileiros que querem seguir carreira no esporte. Os interessados devem realizar a inscrição, no valor de R$ 100 – todo o valor arrecadado será revertido para instituições de caridade da região da cidade catarinense.

- Ainda falta muito esporte nas escolas, a gente tem, mas precisa ter mais. É aonde são formados os jogadores. Precisamos de quantidade para ter qualidade. Eu vou sempre tentar passar o que eu senti na Espanha, o que eu vivi lá, a minha experiência e depois nos Estados Unidos. Se a gente não passar desde pequeno, vamos perder muitas crianças - alerta.

fonte: Globoesporte.com

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