Flávia Saraiva fala de ano de aprendizado e diz que objetivo é chegar no maior número possível de finais em Tóquio



No ano triste da ginástica artística feminina do Brasil, apenas um nome se salvou: Flávia Saraiva garantiu sua vaga Em Tóquio e até o momento, é a única ginasta brasileira garantida nos próximos jogos olímpicos. Flavinha, que quase levou o atleta da torcida - ficou em segundo atrás apenas de Hugo Calderano - falou ao surto olímpico sobre o carinho que o público brasileiro tem para com ela:

"Eu fiquei muito feliz com toda essas pessoas votando em mim. Gosto muito da interação com o público, eu gosto muito de ver a alegria no rosto das pessoas e isso me motiva muito a ser cada vez melhor, pois sem meu público, eu não sou nada" explicou.

Sobre 2019, Flavinha não quis se aprofundar muito, mas afirmou que apesar da vaga, foi um ano difícil para todas: "Sim, apesar da vaga olímpica,foi um ano bem difícil, não só pra mim, mas para toda a seleção. Mas também foi um ano de aprendizado, todas nós aprendemos muitas coisas, que não devem ser repetidas no futuro."

Flavinha falou um pouco do seu planejamento para Tóquio, que será conseguir o maior número de finais possíveis: Antes eu tinha mais especialidades o solo e a trave, mas agora eu consigo disputar finais de individual geral. Eu vou para competir em todos os aparelhos para fazer o meu melhor em tudo e conseguir pegar o máximo de finais olímpicas que eu conseguir pegar.

No fim, Flavinha falou da sua receita para chegar em sua segunda olimpíada e brilhar: "Todo mundo já está muito experiente, já sabemos como funciona, é só chegar lá no Japão e fazer tudo que a gente treinou nesses quatro anos."

foto: Ricardo Bufolin/CBG

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