Brasil busca a manutenção da hegemonia no Campeonato Pan-Americano de Tênis de Mesa, em Assunção


As Seleções Brasileiras feminina e masculina de Tênis de Mesa iniciam, nesta terça-feira (3), mais um desafio no cenário internacional do tênis de mesa. O desafio agora é o Campeonato Pan-Americano, em Assunção, no Paraguai, e o país tenta a manutenção da hegemonia neste torneio.

A primeira disputa é a de equipes, que se estende até quinta-feira. E justamente neste torneio, o Brasil foi campeão nos dois naipes da última edição, que foi realizada em Santiago, no Chile, em 2018. Além dos torneios de equipes, o Campeonato Pan-Americano terá disputas de duplas mistas, femininas e masculinas, além das competições individuais. Ou seja, um ótimo teste para o Pré-Olímpico, no final de outubro, em Lima, no Peru.

Na Seleção, a grande novidade é a presença de Bruna Alexandre, atleta paralímpica da classe 10, que venceu a seletiva realizada em junho. Ela já disputou outros torneios pela equipe olímpica e se mostra muito tranquila com este retorno.

“Eu me sinto bem e feliz por estar melhor fisicamente, por estar no foco dos treinamentos diariamente e por estar indo bem nas competições nacionais olímpicas. Eu já joguei com a Seleção olímpica e é uma grande experiência, bom para medir como estou jogando”, diz Bruna, que estará ao lado da xará Bruna Takahashi, Caroline Kumahara e Jessica Yamada no time feminino, com Eric Jouti, Gustavo Tsuboi, Thiago Monteiro e Vitor Ishiy na equipe masculina.

Segunda colocada no ranking mundial paralímpico da classe 10, Bruna Alexandre sabe que esta é uma grande oportunidade de se aprimorar para os Jogos Paralímpicos de Tóquio. E, quem sabe, também buscar uma vaga em outras competições olímpicas.

“Tenho que confiar no trabalho feito e manter o foco para impor o meu jogo. Meu objetivo é tentar jogar de igual pra igual e buscar uma vaga nas próximas competições olímpicas, além de me ajudar para os próximos torneios paralímpicos, como os Abertos da China e da Holanda, em outubro. É uma grande oportunidade para mim. A disputa de torneios olímpicos de alto nível sempre me ajudou no paralímpico”, avalia.

Foto: Daniel Zappe

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