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Paris 2024: presidente da comissão organizadora dos jogos acredita que a competição possa abrir diálogos para os conflitos internacionais

Para Tony Estanguet, os Jogos Olímpicos não resolverão as questões das guerras, mas pode ser o pontapé inicial para que soluções apareçam

Foto: Franck Fife/AFP

No dia 26 de julho de 2024, a capital da França, Paris, receberá os Jogos Olímpicos que além de promover a competição entre atletas de todo mundo, servem para mostrar a todos que os povos podem viver em harmonia. Seguindo essa ideia, o presidente do comitê organizador, Tony Estanguet, vê a realização do evento como uma abertura de porta para diálogo entre nações em conflitos.

As guerras da Ucrânia contra a Rússia e Bielorussia e de Israel frente ao Hamas, na Faixa de Gaza, ligaram o sinal de alerta para as questões de segurança. Os valores para voltados para o bem-estar e defesa dos atletas eram de 300 milhões de euros, mas com os estouros de vários embates mundo afora a quantia será revista.

"A segurança continua sendo uma prioridade e estamos prontos para lidar com qualquer situação que possa surgir durante os Jogos Olímpicos de Paris 2024. "Todos os atletas que participam dos Jogos devem estar seguros e respeitados, mas não se pode esperar que os Jogos forneçam soluções aos conflitos globais", declara Tony Estanguet.

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