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| Foto: Alessandra Cabral/CPB |
A uma semana da cerimônia de abertura dos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023, que acontecerá no próximo dia 17, no Chile, os 37 atletas que defenderão o Brasil no futebol de cegos, goalball e judô paralímpico, modalidades geridas pela Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV), vivem expectativas diferentes em relação ao evento.
O ala Ricardinho, por exemplo, disputará a competição pela quinta vez e conquistou o ouro em todas as edições já realizadas junto à Seleção de futebol de cegos: Lima 2019, Toronto 2015, Guadalajara 2011 e Rio 2007.
A participação nos Jogos deste ano marcam o retorno de Ricardinho às quadras. Isto porque o camisa 10 passou os últimos meses se recuperando de uma grave lesão sofrida na final do Regional Sul-Sudeste, no dia 13 de maio, quando rompeu o ligamento cruzado posterior do joelho direito. A contusão tirou o jogador de duas importantes competições disputadas pela Seleção Brasileira no ano: o Grand Prix da IBSA, vencido pelos brasileiros no fim daquele mês, em São Paulo, e a Copa do Mundo, em Birmingham, na Inglaterra, em agosto, quando o país ficou com o bronze.
“Estou muito feliz porque já consigo fazer 100% das atividades com a equipe, mesmo com uma carga de treinos bem forte. E acredito que eu possa dar minha colaboração. Fisicamente, por incrível que pareça, estou tendo rendimento bom apesar dos seis mesesfora de atuação. Passa muito pelo meu comprometimento, eu me cuidei muito em relação à recuperação, ao treinamento e à alimentação. E vamos tentar trazer mais uma medalha de ouro para o Brasil”, disse o atleta de 34 anos.
Já alguns novatos pensam tanto no que terão de executar dentro de suas respectivas modalidades, como também no que envolve um evento deste porte fora das áreas de competição. Para 12 dos 37 atletas da CBDV convocados, o Parapan será uma experiência inédita. São os casos do ala Paulo Saturnino, o Paulinho, da Seleção masculina de goalball, e da judoca Rosi Andrade, atual líder do ranking na categoria até 48 kg da classe J1 (cegos totais).
“Vou ter a sensação de estar na Vila Parapan-Americana. É um evento muito maior do que o Mundial, então, estou ansioso para chegar, conhecer, ver como funciona. Vou buscar o tetra dos Jogos com a Seleção, que foi campeã de 2011 a 2019”, disse Paulinho, de 25 anos, que foi campeão mundial com o Brasil no ano passado, em Portugal.
“Estou bastante ansiosa, mas aquela ansiedade boa de estar participando de uma competição tão grande e tão importante. É mais um passo enorme na minha carreira. Vou dar o máximo de mim, espero que dê tudo certo!”, afirmou Rosi, de 26 anos.
A participação nos Jogos deste ano marcam o retorno de Ricardinho às quadras. Isto porque o camisa 10 passou os últimos meses se recuperando de uma grave lesão sofrida na final do Regional Sul-Sudeste, no dia 13 de maio, quando rompeu o ligamento cruzado posterior do joelho direito. A contusão tirou o jogador de duas importantes competições disputadas pela Seleção Brasileira no ano: o Grand Prix da IBSA, vencido pelos brasileiros no fim daquele mês, em São Paulo, e a Copa do Mundo, em Birmingham, na Inglaterra, em agosto, quando o país ficou com o bronze.

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