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No Sul-Americano de Vôlei, Felipe Roque, Honorato e Judson disputam primeiro torneio oficial pela seleção masculina no Brasil

Foto: Divulgação/Volleyball World



O ginásio Geraldão lotado com a torcida gritando o tempo todo e confrontos regionais culminando com um Brasil x Argentina. É isso que espera a seleção masculina no Campeonato Sul-Americano no Recife (PE), a partir deste sábado (26.03), quando enfrenta o Peru, às 20h30, com transmissão do sportv 2. Para três atletas, o fator casa será uma novidade. Na capital pernambucana, o oposto Felipe Roque, o ponteiro Honorato e o central Judson disputam sua primeira competição oficial com o uniforme verde-amarelo.


Felipe Roque e Honorato já sentiram um pouco o gosto de representar o Brasil em casa. O primeiro participou de amistoso contra a Argentina em 2019, e o segundo contra o Japão, em 2022. Mas, além de se tratar de uma competição oficial, o torneio tem um sabor especial para o ponteiro. Honorato nasceu em Campina Grande, na Paraíba, estado vizinho a Pernambuco, e terá parentes presentes no ginásio.


“É uma oportunidade muito especial de disputar meu primeiro campeonato oficial no Brasil com a seleção. E mais especial ainda porque sou paraibano e vou estar em casa no Nordeste. Vou ter a presença de muita família no ginásio, minha mãe está vindo de Uberlândia fazer uma surpresa para a família. O público nordestino é muito querido, gosta muito do vôlei e trata a gente com muito carinho. Vai ser especial desfrutar esse momento, realizando mais um sonho de jogar na minha terra”, disse Honorato.


Em seu primeiro ano com a seleção, o central Judson fará sua estreia pela equipe em terras brasileiras e espera uma emoção diferente da vivida na Liga das Nações desta temporada.


“Vai ser uma sensação diferente de todas essas que já vivi com a seleção. Poder ver o ginásio lotado, com os brasileiros apoiando, e poder representar essa seleção e essa história. Acho que é inevitável dar uma gelada diferente na barriga, mas acho que é aquele nervosismo que vai motivar. Ver o ginásio e aquela multidão para apoiar vai dar um gás a mais”, destacou o central.


“É uma oportunidade maravilhosa para todos os atletas, comissão técnica, já se adaptar a esse clima de jogar em casa, pensando também no Pré-Olímpico no Rio de Janeiro. Vai dar uma noção muito boa para eles do que é jogar aqui no Brasil, principalmente para esses atletas que estão tendo a oportunidade de jogar o primeiro torneio oficial no país. A torcida pode ter um papel importante no decorrer do jogo. As situações que você enfrenta jogando com a casa cheia têm duas possibilidades que é desfrutar como uma coisa positiva ou pode gerar uma pressão enorme. Nesse sentido, o trabalho do André Heller com os jogadores pode ajudar muito a ser algo positivo. Isso depende muito da postura do time, da entrega do time. É recíproco: o time tem que contagiar a torcida para a torcida contagiar o time”, destacou o técnico Renan Dal Zotto.


A seleção brasileira disputa o Campeonato Sul-Americano com os levantadores Bruninho e Fernando Cachopa; os ponteiros Adriano, Honorato, Leal e Lucarelli; os opostos Alan e Felipe Roque; os centrais Flavio, Judson, Lucão e Otávio; e os líberos Maique e Thales. Por questões pessoais, o auxiliar técnico Carlos Schwanke pediu dispensa e não estará com a delegação no Recife.


O Sul-Americano reúne cinco equipes - Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Peru - e é disputado em pontos diretos, com as equipes jogando entre si.

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