![]() |
| Ricardo Bufolin/CBG |
A seleção feminina de ginástica artística terminou em quarto lugar na competição por equipes e apesar de não ter conseguido subir ao pódio e conseguir a vaga olímpica para Paris, a Confederação Brasileira de ginástica está confiante que as meninas do Brasil brigarão pelo topo em questão de tempo:
“Depois do final da competição, vamos voltar ao Brasil e trabalhar. Em 2023, a gente espera ter força total e classificar com mais facilidade. Hoje o Brasil não vai mais a uma competição para participar, vai para disputar. O cenário internacional já está inclusive enxergando o Brasil de uma forma diferente.” Disse o Coordenador da Seleção Brasileira de Ginástica Artística Feminina Francisco Porah Neto.
No mundial de Antuérpia em 2023, serão nove vagas para a olimpíada de Paris e espera-se que com Flávia Saraiva, que lesionou o tornozelo e competiu apenas nas barras assimétricas, e com uma possível volta de Jade Barbosa, que a seleção fique ainda mais forte e incomode mais seleções como Estados Unidos e Grã Bretanha: “Pela primeira vez a gente se aproximou da medalha numa competição por equipes. Nas próximas competições a gente vai conseguir” disse a treinadora Iryna Ilyashenko.
Flávia Saraiva foi muito elogiada pelo seu sacrifício na competição por equipes: “Ela mostrou que não está lá por ela, está lá por todas nós. É muito importante no nosso esporte não deixar a peteca cair, não desconcentrar. Cada competição traz um ensinamento, e esta serviu como um grande aprendizado” Disse Rebeca Andrade.
Nesta quarta (2) o Brasil disputa a competição por equipes masculina a partir dos 14h25. Na fase de classificação, o Brasil ficou em sétimo lugar com Caio Souza, Arthur Nory, Lucas Bittencourt, Yuri Guimarães e Diogo Soares.

0 Comentários