Últimas Notícias

CBG avalia atuação da equipe masculina no mundial e busca foco em melhora no cavalo com alças no futuro

Ricardo Bufolin/CBG


Após a final por equipes  do Mundial de ginástica artística na quarta (2), a CBG considerou o saldo positivo entre os homens, apesar do sétimo lugar. O Brasil não aparecia em uma final por equipes no masculino desde 2018 e os coordenadores da seleção sinalizam que o País tem boas perspectivas de obter uma das nove vagas olímpicas que estarão em jogo no Mundial da Antuérpia, em 2023.  

“Atingimos o nosso principal objetivo nesta competição por equipes e voltamos a ser finalistas, o que não acontecia desde 2018”  Destacou o Coordenador da Seleção Brasileira de Ginástica Artística Masculina, Marcos Goto.

Apesar dos pontos positivos, Goto sabe que precisa atacar um dos pontos fracos da equipe, o cavalo com alças, que acabou derrubando as notas da equipe: “Competimos muito bem em cinco aparelhos. No cavalo com alças nossa performance não foi boa. Depois que voltarmos para casa, vamos dar uma maior atenção a este aparelho. Alcançamos nosso primeiro objetivo, que era chegar à final. Tínhamos como perspectiva ficar entre os seis melhores na final, o que não conseguimos. "

Caio Souza, que disputará as finais do individual geral e do salto, também avaliou positivamente a atuação do Brasil em Liverpool e que agora o foco é melhorar no temido aparelho do cavalo: “Quando saiu a definição da ordem dos aparelhos, já previmos que iríamos bem nos primeiros aparelhos, porque temos boas notas no salto, nas paralelas, na barra e no solo. Sabíamos também que poderíamos ter problemas no cavalo. Agora é voltar para casa e trabalhar, para que isso não se repita na próxima competição”

Quinta-feira (3) é dia de final do individual geral, com Rebeca Andrade como uma das favoritas ao pódio. A decisão começa a partir das 15h30, com transmissão do Sportv2 e do canal olímpico do Brasil


0 Comentários

Digite e pressione Enter para pesquisar

Fechar