A União Ciclística Internacional (UCI) aprovou novas regras que visam permitir que atletas refugiados participem dos grandes eventos organizados pela entidade.
A mudança visa dar oportunidade a ciclistas que foram forçados a fugir de seu país natal para competir como “atleta refugiado” em grandes competições como Copa do Mundo e Campeonatos Mundiais.
Pela nova regra, os refugiados não precisarão ser registrados pela Federação Nacional de seu país de origem para participar dos grandes eventos.
Em Tóquio 202º, os ciclistas Masomah Ali Zada, do Afeganistão, e Ahmad Wais, da Síria, fizeram parte da equipe olímpica de 29 refugiados, com a dupla competindino nas respectivas provas de contra-relógio feminina e masculino.
As mudanças nos regulamentos foram aprovadas durante Comitê de Gestão da UCI, realizada Wollongong, na Áustria
Outras decisões tomadas durante a reunião, incluem o lançamento da Nova Comissão de Integridade da organização. O comitê substitui a Comissão Antidoping da UCI, mas a australiana da Comissão Antidoping da UCI, mas a australiana Anne Gripper deve permanecer como presidente. Espera-se que as mudanças ampliem o mandato do comitê para incluir a proteção do ciclismo, com foco na prevenção de assédio e outros abusos no combate à manipulação da competição. Espera-se também que a comissão faça propostas para melhorar o programa de integridade da UCI.
Foto: AFP/ Fabrice Coffrini

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