Seleção Brasileira de Conjunto testa sua força na etapa portuguesa da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica


Faltando pouco mais de um mês do Campeonato Pan-Americano de Ginástica Rítmica, que começa no dia 5 de julho, no Rio de Janeiro, a Seleção Brasileira de Conjunto participa, a partir da sexta-feira (27), da World Challenge Cup, em Portimão, no sul de Portugal.

Na sexta-feira, o Brasil entra na quadra para disputar a fase classificatória na série de cinco arcos. “Estamos trabalhando com força total para o Pan. Essa disputa em Portugal faz parte justamente da preparação para nossa competição-alvo deste primeiro semestre. As novas coreografias já estão prontas para serem executadas, mas é necessário testar e dar oportunidade às nossas ginastas de ter essa experiência competitiva”, diz a treinadora do conjunto, Camila Ferezin.

Nesta fase, nada melhor do que fazer as primeiras apresentações das novas séries em território familiar. Além de estar habituada a competir em Portimão, a Seleção cumpriu uma parte importante de sua preparação olímpica em Sangalhos, no norte do país. “Portimão é sempre uma competição em que a gente se sente um pouco em casa. Nada como poder falar a nossa língua estando na Europa. Aqui é um lugar em que sempre alcançamos grandes resultados, por isso decidimos começar por aqui neste ciclo”, explicou a treinadora.

Ainda segundo Camila, o público poderá enxergar vários aspectos diferentes na dinâmica das apresentações do Brasil. “Os conjuntos estão muito artísticos. A gente deu um foco nessa parte, que nós já valorizávamos desde sempre e que agora o código exige. Então temos a expectativa de que as meninas consigam desenvolver a coreografia para que todos entendam as mensagens que queremos passar. Para além disso, estamos fazendo dificuldades novas, de valor alto, além de colaborações também com alto grau de dificuldade”, explicou ela.

A treinadora destacou também que as observações colhidas em Portimão serão valiosas para dar subsídio para decisões importantes que serão tomadas visando ao Pan. “A nossa prioridade é conseguir acertar as séries. As rotinas e as músicas são novas, estão muito difíceis, mas vamos com tudo, fazendo o nosso melhor para este momento. Agora é a hora de ver se vale a pena manter tudo como está para as próximas competições, avaliar o que pode sair, analisar o que não der certo. Então, acredito que o volume de competição vai nos trazer a maturidade de que a gente precisa para conseguir fazer as séries cravadas e sem erros. Tenho certeza de que, se as executarmos sem grandes falhas, os resultados virão como consequência, porque as séries estão bonitas e com alto grau de dificuldade”.

Foto: Divulgação/CBG

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