Brasil conquista mais sete medalhas no Ibero-Americano de Atletismo


O Brasil completou o segundo dia de competições do Campeonato Ibero-Americano de Atletismo neste sábado (21) com a conquista de mais sete medalhas (quatro de prata e três de bronze), no Estádio Olímpico Camilo Cano, em La Nucia, província de Alicante, Espanha. A competição termina neste domingo (22/5), com transmissão ao vivo pelo YouTube da Confederação Brasileira de Atletismo a partir das 13 horas de Brasília.

O brasiliense Caio Bonfim (CASO-DF) confirmou a boa fase e conquistou a medalha de prata nos 10.000 m marcha atlética, com 39:57.59 - seu recorde pessoal. “Acho que não fazia os 10.000 m desde o Mundial Juvenil de 2010, no Canadá. Fiquei muito feliz com o resultado. Foi uma prova estratégica e perdi para o espanhol, um atleta muito bom”, disse. “Vou disputar agora o GP de La Coruña, no dia 28”, completou, referindo-se à competição de nível ouro do circuito da World Athletics.

O espanhol Alvaro Martin levou o ouro, com 39:24.20, recorde do campeonato. O peruano Cesar Rodriguez ficou em terceiro lugar, com 40:13.10.

No lançamento do disco, Wellington Fernandes da Cruz Filho (IEMA-SP) ganhou a medalha de prata, com 57,09 m. Ele ficou atrás do chileno Lucas Nervi, com 60,58 m, e à frente do português Emanuel Sousa, com 56,68 m.

No salto em altura, dois brasileiros no pódio. Thiago Moura (Asufam-SP) levou a prata, com 2,26 m, mesmo resultado do mexicano Edgar Alejandro Rivera, que levou o ouro no desempate. Fernando Ferreira (IEMA-SP) terminou em terceiro, com 2,21 m.

O Brasil obteve medalha de prata também com Mariana Grasiely Marcelino (IEMA-SP) no lançamento do martelo, com 64,51 m. A espanhola Laura Redondo foi a campeã, com 68,68 m, enquanto a colombiana Mayra Alexandra Gaviria levou o bronze, com 64,44 m.

No revezamento 4x100 m masculino, o Brasil, formado por Gabriel Boza, Felipe Bardi, Erik Barbosa e Lucas Rodrigues terminou em terceiro lugar, garantindo o bronze, com 39.32. Na prova feminina, a equipe não conseguiu completar. Rosângela sentiu uma lesão, logo após receber o bastão de Lorraine Martins na última perna. A equipe ainda teve Ketiley Batista e Ana Cláudia Lemos.

Nos 3.000 m com obstáculos, Tatiane Raquel da Silva conquistou a medalha de bronze, com 9:42.06, a melhor marca da temporada. A argentina Belen Casseta confirmou o favoritismo e venceu com 9:29.60, recorde do campeonato. A espanhola Irene Sanchez ficou com a prata, com 9:37.08. A catarinense Simone Ponte Ferraz terminou em quarto lugar, com 9:45.11.

Nas semifinais dos 200 m, os três brasileiros passaram para as finais deste domingo. Vitória Rosa (Pinheiros-SP) foi a primeira na série 2, com 23.44 (-0.4), e Lorraine Martins (Pinheiros-SP) ficou em segundo lugar na primeira série, com 23.45 (-0.4). A final será disputada a partir das 13:15. No masculino, Lucas Rodrigues (ICB-RJ) terminou em segundo lugar na primeira série, com 20.94 (-0.8). A final será disputada às 13:30, sempre no horário de Brasília.

Nos 110 m com barreiras, Eduardo de Deus (CT Maranhão) venceu a primeira série semifinal com 13.58 (-0.9). Já Rafael Henrique Pereira ganhou a segunda série, com 13.60 (-1.0). A final, com os dois brasileiros, será neste domingo, às 14:50.

Na sexta-feira (20/5), o Brasil havia conquistado quatro medalhas, com uma de ouro, duas de prata e um de bronze.

Foto: RFEA/Reprodução

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