Seleção Brasileira de judô paralímpico faz bonito na Turquia e vence o Grand Prix de judô


Não poderia haver melhor começo de ciclo rumo a Paris 2024 para a Seleção Brasileira de judô paralímpico. No domingo (24), o Brasil encerrou sua participação no Grand Prix de Antalya, na Turquia, no topo do evento. Dos nove judocas brasileiros que participaram da competição, apenas um não medalhou. Foram seis ouros, uma prata e um bronze. Os donos da casa ficaram na segunda colocação, com cinco ouros, três pratas e cinco bronzes.

"Foi um ótimo começo de ciclo. Deu pra conhecer muitos adversários novos e sentir as dificuldades das novas categorias. Tivemos atletas novos que tiveram um ótimo desempenho", comemorou o técnico Jaime Bragança.

Foi a primeira das três etapas de Grand Prix programadas pela IBSA (Federação Internacional de Esportes para Cegos) para este ano. Em maio, o torneio desembarca em Nur-Sultan, no Cazaquistão. Também haverá um evento inédito em São Paulo, nos dias 2 e 3 de julho.

Havia muita expectativa em torno das novas regras aprovadas para 2022 que mexeram bastante com a modalidade. Mesmo diante do cenário incerto, até os novatos da Seleção brilharam. Tanto Rosicleide Andrade quanto Brenda Freitas faziam suas estreias em competições internacionais na carreira. Ambas ganharam o ouro – a primeira, na categoria J1 até 48 kg e, a segunda, na J1 até 70 kg. Também venceram em suas categorias Alana Maldonado (J2 até 70 kg), Rebeca Silva (J2 acima de 70 kg), Wilians Araújo (J1 acima de 90 kg), Arthur Silva (J1 até 90 kg). Nos casos de Alana e Rebeca, só havia uma oponente na chave de cada, por isso, o sistema de disputa foi melhor de três combates.

Já na categoria J1 até 73 kg masculina, Rayfran Mesquita perdeu a final para o romeno Florin Bologa e levou a medalha de prata. Na J2 até 60 kg, Thiego Marques faturou o bronze. O único brasileiro que ficou fora do pódio foi Roberto Paixão, na J1 até 60 kg, que perdeu logo na estreia para o turco Abdurrahim Ozalp.

Foto: Divulgação

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