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02/10 na História do Esporte: último ouro da URSS, única medalha olímpica de Djibuti, anúncio da Rio 2016 e estreia de Simone Biles

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Belarusso de Vitebsk, Vyacheslav Yanovskiy chegou à Coreia do Sul com uma dura missão de encerrar um domínio norte-americano na categoria meio-médio-ligeiro de boxe. Os EUA haviam vencido três dos últimos quatro ouros em disputa, com Sugar Ray Leonard levando seu ouro em Munique 1972, e em Moscou, deu um italiano. Porém, em uma campanha perfeita nos Jogos Olímpicos de Seul, conquistou o último ouro da história olímpica da União Soviética no dia 02 de outubro de 1988.

Em Seul, Yanovskiy chegou com autoridade na final, vencendo o dinamarquês Søren Søndergaard na estreia e Rashid Matmula, de Tanzânia na segunda rodada, ambos por superioridade técnica. Nas duas rodadas seguintes, o juiz autorizou o término do combate, e Yanovskiy venceu Ludovic Proto, da França, e Anthony Mwamba, de Zâmbia por 5-0, antes de aplicar um nocaute no alemão-ocidental Reiner Gies em plena semifinal. 


Último campeão olímpico da URSS, em 02/10/1988 (foto: Comitê Organizador da Olimpíada de Seul)


O adversário da grande final era o australiano Grahame Cheney, que havia vencido o norte-americano Todd Foster numa luta disputada de quartas-de-final. Mas, em 2 de outubro, horas antes do encerramento dos Jogos Olímpicos de Seul 1988, ele não foi páreo para Vyacheslav Yanovski, que venceu a final dos 63,5kg por decisão unânime dos juízes. 


Foi o único ouro da União Soviética naquele domingo de encerramento dos Jogos, e portanto último ouro soviético em Seul 1988 e última vez que a bandeira soviética foi hasteada em Jogos Olímpicos de Verão, já que a superpotência iria se desmembrar em 1991 e competir como Equipe Unificada em 1992. O hino soviético continua a tocar em Jogos Olímpicos, já que a música é a mesma do hino da Federação Russa, com letra diferente. 


Veja aqui a luta:





Surte+ 02/10 Antes do Surto - Djibuti leva única medalha olímpica em Seul


Também no último dia dos Jogos Olímpicos de Seul 1988, Hussein Ahmed Salah terminou em terceiro na maratona, levando a primeira e até hoje única medalha da história de Djibuti, pequeno país localizado no Chifre da África e com menos de um milhão de habitantes e último país a conseguir independência da França, em 1977.

Ahmed Salah corre para a glória em Seul (Foto: Olympics)


Então com 31 anos, Ahmed Salah levou medalha de prata nos Mundiais de 1987 e 1991, além de ver vencido a Copa do Mundo de Maratona de 1985 e a Maratona de Paris de 1986. O djibutiense chegou a correr abaixo do recorde mundial na Maratona de Roterdã em 1988, poucos meses antes das Olimpíadas, mas chegou em segundo na competição, atrás de Carlo Lopes, que tornou-se o recordista mundial. 

O corredor ainda participou dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 1984, Barcelona 1992 e Atlanta 1996, carregando a bandeira do Djibuti por três vezes em cerimônias de abertura: em Seul, Atlanta e Pequim 2008, quando participou apenas como delegado.

Surte+ 02/10 Antes do Surto - Rio de Janeiro é escolhida sede dos Jogos Olímpicos de 2016




O momento que mudou a história olímpica do Brasil: Rio de Janeiro é escolhida a sede dos Jogos Olímpicos de 2016, vencendo as fortes candidatas de Madri, Espanha, Tóquio, Japão, e Chicago, EUA. Reveja como foi o anúncio, transmitido ao vivo pela TV Globo:



Surte+ 02/10 Depois do Surto - Simone Biles estreia no Mundial de Ginástica Artística em 2013


Como Rodrigo Huk noticiou em 02/10/2013, Simone Biles brilhou já em sua primeira participação representando os EUA em um Mundial de Ginástica Artística, em Antuérpia. Ela terminou em primeiro lugar na classificatória do individual geral e liderou o forte-time norte-americano na Bélgica.

Foto de capa: Crédito original não encontrado / Reprodução Site Governo Metropolitano de Seul

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