Valarie Allman vence o lançamento de disco feminino em Tóquio; Izabela da Silva é 11ª - Surto Olímpico

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Valarie Allman vence o lançamento de disco feminino em Tóquio; Izabela da Silva é 11ª

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Lançamento de disco EUA Tóquio Olimpíadas

A norte-americana Valarie Allman conquistou nesta segunda-feira (02) a medalha de ouro no lançamento de disco feminino da Olimpíada de Tóquio. Ela sobrou na prova, vencendo com 68,98m, mais de dois metros a frente da medalhista de prata, a alemã Kristin Pudenz, que teve 66,86m. A cubana Yaime Perez foi bronze, registrando 65,72m. A brasileira Izabela da Silva ficou em 11º lugar.


Allman obteve a marca vencedora logo em sua primeira tentativa. A prova chegou a ser interrompida na metade por conta de uma forte chuva que caiu sobre o Estádio Olímpico de Tóquio e inundou o local de competição. A norte-americana se aproveitou das condições mais favoráveis ainda no início da prova para obter o grande registro de 68,98m. Ela ainda teve um 66,78m em seu penúltimo lançamento. 


Pudenz foi a atleta mais constante da final, conseguiu aumentar meio metro em seu antigo recorde pessoal (era de 66,31m) e marcou 66,86m em sua quinta tentativa para ficar com a prata. Yaime Perez foi bronze ao marcar 65,72m. A croata Sandra Perkovic, que foi campeã olímpica em Londres-2012 e na Rio-2016, acabou fora do pódio, terminando em quarto lugar com 65,01m.


Já a brasileira Izabela da Silva ficou na 11ª colocação. Ela fez sua melhor marca logo na primeira tentativa, queimou seu segundo arremesso e encerrou sua participação com um 59,56m. Como não ficou no top-8 ao final das três primeiras rodadas, Izabela não seguiu na disputa. Esta foi a primeira vez que uma brasileira chegou a uma final olímpica do lançamento do disco.

Brasil atletismo Olimpíadas

Aniversariante do dia, Izabela completou 26 anos nesta segunda. Esta foi sua primeira aparição olímpica. Ela tem como melhor marca pessoal 62,18m, feito em maio deste ano, no Sul-Americano de Atletismo. A brasileira foi campeã mundial sub-20 em 2014 e conviveu com lesões constantes desde então, tendo retomado destaque no cenário nacional após a pandemia.


Fotos: Aleksandra Szmigiel/REUTERS

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