Núbia Soares, Geisa Arcanjo e revezamento 4x400m misto não pegam finais em Tóquio - Surto Olímpico

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Núbia Soares, Geisa Arcanjo e revezamento 4x400m misto não pegam finais em Tóquio

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Salto triplo Brasil Tóquio

A segunda sessão do atletismo nos Jogos Olímpicos de Tóquio, realizada na manhã desta sexta-feira (30), não foi boa para os brasileiros. Núbia Soares, do salto triplo, Geisa Arcanjo, do arremesso de peso, e a equipe do revezamento 4x400m misto disputaram as eliminatórias das respectivas provas e ficaram distantes de avançar às finais.


O Brasil já não havia ido bem na primeira sessão, e apenas Alison dos Santos conseguiu passar das eliminatórias nos 400m com barreiras. Já pela manhã, Núbia Soares, que conseguiu sua classificação a Tóquio no último dia da janela qualificatória, foi a que teve o melhor desempenho. Ela saltou para 14,07m e terminou na 17ª colocação geral do salto triplo. As 12 melhores se classificaram para a final.


Nubia é dona da sexta melhor marca da temporada mundial (14,68m), mas ficou longe dela em Tóquio. Ela queimou a primeira tentativa, marcou 14,04m na segunda e fez o seu melhor na terceira e última. A última classificada registrou 14,21m. Entre as finalistas, quem liderou foi a venezuelana Yulimar Rojas, que saltou 14,77m na eliminatória. Destaque para Thea Lafond, de Dominica, que marcou 14,60m, novo recorde nacional.


Geisa Arcanjo, por sua vez, teve apenas uma tentativa válida entre três no arremesso de peso e não conseguiu fazer sua terceira final olímpica. Ela registrou 16,46m e terminou na 30ª colocação, a frente apenas de duas atletas - uma delas não teve marcas válidas. A última classificada à final foi a alemã Sara Gambetta, com 18,57m. A chinesa Gong Lijiao, favorita ao ouro, venceu com 19,46m.

Gong Lijiao é a atual campeã mundial (Foto: Athit Perawongmetha/REUTERS)

Já o revezamento 4x400m misto, encerrando as atividades brasileiras do dia no Estádio Olímpico, ficou na sétima colocação na segunda bateria eliminatória. A equipe verde-amarela, formada por Pedro Burmann, Tiffani Marinho, Tabata Vitorino e Anderson Henriques, chegou a bater o recorde sul-americano, com 3:15.89, mas a marca foi insuficiente para ir à final. 


Ainda na sessão da manhã brasileira (noite japonesa), a primeira final do atletismo foi disputada. Selemon Barega, da Etiópia, ficou com o ouro nos 10.000m masculino, marcando 27:43.22. Ele deixou para trás dois atletas de Uganda: Joshua Cheptegei, atual recordista e campeão mundial, e Jacob Kiplimo, que foram prata e bronze, respectivamente. Os ugandenses marcaram 27:43.63 e 27:43.88.

Selemon Barega superou os ugandenses favoritos para sagrar-se campeão olímpico (Foto: Lucy Nicholson/REUTERS)

Foto de capa: Dylan Martinez/REUTERS

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