Coluna Gran Willy: Djokovic é inevitável - Surto Olímpico

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Coluna Gran Willy: Djokovic é inevitável

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A cada Grand Slam disputado, fica cada vez mais claro para o fã de tênis, a determinação do sérvio Novak Djokovic em quebrar os recordes mais importantes da modalidade. Ele disse que alcançaria Roger Federer e Rafael Nadal na busca de ser o maior campeão de Majors da história e agora o atual número 1 do mundo está a apenas um troféu de empatar esse duelo triplo. 

Djokovic não é mais um jovem tenista. Cada vez menos vemos o craque sérvio nas quadras ou desempenhando o melhor de si nos torneios menores (como Masters 1000 e ATP’s 500 e 250). Mas seu desejo de fazer história é tão, mas tão forte, que ele sempre chega pronto nos Grand Slams. é só olhar o histórico dele em 2021. 

Tirando a ATP Cup, Djokovic disputou seis torneios nesta temporada e venceu três. Um ATP 250, em Belgrado, sua cidade natal, e dois Majors: Australian Open e Roland Garros. Dos quatro Masters 1000 que foram realizados até o momento, o sérvio só jogou dois, caindo nas oitavas em Monte Carlo e indo à final em Roma. 

Pode ser coincidência? Claro. Mas ‘nesta altura do campeonato’, aos 34 anos, Djokovic vai focar cada vez mais nos ‘torneios que importam’. Essa é a verdade, o interesse de Nole é vencer cada vez mais Grand Slams e ele fará o que for possível para atingir esse objetivo. 

A estreia de Djokovic em torneios Grand Slam ocorreu no Australian Open de 2005, quando, vindo do qualificatório, perdeu logo na estreia, contra o russo Marat Safin (campeão daquela edição do evento), ganhando apenas três games contra o adversário. 

Depois disso, tenista de Belgrado jogou outras 50 edições de Major de forma consecutiva, faturando neste período (12 temporadas e meia), 12 canecos. Em 2017, ele ficou fora de um Grand Slam pela primeira vez na carreira, ao sequer ir a Nova York para a disputa do US Open, devido uma lesão no cotovelo. 

Após seu retorno, no Australian Open de 2018, ele jogou outros 13 Grand Slams, saindo com o título em sete oportunidades, nas oito finais disputadas. Isso representa um aproveitamento de 53,84% em torneios deste nível, nas últimas três temporadas e meia, um número muito maior que os 23,52% do período anteriormente analisado. 

Dos tenistas do Big 3, Djokovic foi o último a completar o Career Slam, que é vencer todos os Majors na carreira. Esse feito foi alcançado em 2016, enquanto Federer o fez em 2009 e Nadal em 2010. Após a conquista do primeiro troféu de campeão de Djokovic em Roland Garros, outros 19 Grand Slams foram disputados, sendo que sete títulos ficaram com o sérvio, seis foram conquistados por Nadal, três por Federer, um por Andy Murray, um por Stan Wawrinka e um por Dominic Thiem. 

E por falar em Career Slam, com a vitória em Roland Garros 2021, ele se torna o primeiro tenista entre os homens a vencer todos os Grand Slams ao menos duas vezes

Mas, por que reuni tantos dados e análises? Para dizer que Djokovic é inevitável. Mais cedo ou mais tarde ele será o dono dos principais recordes e poderá ser escolhido como o próximo melhor tenista da história. Talvez não o maior, em importância, impacto. Mas o melhor, em grandes conquistas, em ser extremamente vitorioso. 

E fiquem de olho no sérvio até setembro. O ‘Verdadeiro Golden Slam’ é cada vez mais real. 

Arte: Surto Olímpico

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