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Japão define equipe olímpica na ginástica artística feminina

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Murakami Mai no solo no mundial de 2017

Neste sábado (15), o país sede dos Jogos Olímpicos conheceu suas representantes na ginástica artística feminina. Murakami Mai, Hatakeda Hiromi, Hiraiwa Yuna, Sugihara Aiko e Urara Ashikawa vão defender o Japão em Tóquio 2020.

A equipe foi conhecida após a realização do Troféu NHK. Garantiram um lugar direto no time, as três primeiras colocadas na soma do individual geral dos dois dias do campeonato japonês, realizado em abril, com os resultados de hoje. 

Após o campeonato nacional, Murakami tinha uma larga vantagem na disputa e confirmou o favoritismo, acertando suas apresentações nos quatro, com destaque para o solo, prova na qual foi Campeã Mundial em 2017, e conseguiu nota 14.200. Murakami Mai é a principal chance de medalha do Japão na ginástica artística feminina em Tóquio 2020, devendo brigar pelo pódio no individual geral e no solo.

Hatakeda Hitomi chegou no Troféu NHK com a segunda melhor nota e confirmou a posição, com destaque para sua apresentação nas barras assimétricas que recebeu 14.466, a melhor do dia no aparelho. Hiraiwa Yuna, que teve problemas com lesões no ciclo olímpico, conseguiu confirmar a vaga, com um desempenho consistente em todos os aparelhos, garantindo um bronze no individual geral neste sábado. 

A Federação Japonesa de Ginástica iria definir a quarta integrante do grupo, escolhendo uma atleta que complementasse as notas das demais em uma eventual final por equipes na Olimpíada. A escolhida foi Sugihara Aiko, que competiu na Rio 2016 e que teve a melhor nota da trave e a segunda melhor do salto no campeonato japonês no último mês, o que deve contribuir para a pontuação do time.

Em Tóquio 2020, todos os países que se classificaram para a prova por equipes poderão levar quatro ginastas, com a possibilidade de conseguir vagas extras pelo ranking das Copas do Mundo ou pelos campeonatos continentais. O Japão esperava conseguir uma vaga no campeonato asiático, mas o torneio foi cancelado e as vagas foram realocadas para as ginastas de Índia e Sri Lanka, que foram as melhores do continente no Mundial de 2019 entre os países que ainda não tinham classificadas. Mas através das Copas do Mundo, o Japão conseguiu classificar Ashikawa Urara, que garantiu a primeira posição no ranking da trave.

Foto: Ricardo Bufolin

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