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4x100m feminino é desqualificado no Mundial de Revezamentos e desperdiça chance de conquistar vaga em Tóquio

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Nas eliminatórias do Mundial de Revezamentos, que está sendo realizado na Silesia, Polônia, o revezamento 4x100m feminino brasileiro falhou neste sábado (1º) na primeira tentativa do ano de garantir a sua vaga olímpica em Tóquio-2020. 

Disputando a primeira bateria das eliminatórias, a seleção foi a pista com Ana Cláudia Lemos, Vitória Rosa, Ana Carolina Azevedo e Rosangela Santos, e acabou por vencer a série. Entretanto, minutos depois a organização desqualificou o quarteto do Brasil, pois Ana Carolina acabou por pisar na linha da raia adversária.

Repetindo o que aconteceu no Mundial de Doha 2019, essa dolorosa desqualificação custou a classificação brasileira à final da competição e, consequentemente, aos Jogos Olímpicos de Tóquio, já que todas as equipes finalistas, desde que não sejam desqualificadas, têm vaga olímpica assegurada. 

O revezamento feminino ainda tem chances de classificação, já que duas vagas estão em aberto e virão pelo ranking mundial. A janela para obter vaga por este método vai até dia 29 de junho e até o momento o Brasil é o primeiro classificado via ranking.

Já classificada para Tóquio-2020, a equipe brasileira masculina nos 4x100m, com Rodrigo Nascimento, Felipe Bardi, Derick Silva e Paulo André, passou para a final com o melhor tempo, empatada com a equipe italiana. E vai para a final como favorito, em busca do bicampeonato da competição.

Equipe também com vaga olímpica assegurada, os 4x400m misto, a equipe formada por Anderson Henriques, Tiffani Marinho, Geisa Santos e Alison do Santos venceu sua bateria atropelando no final, sendo puaxada por Alison, finalista mundial dos 400m com barreiras em 2019, na última perna do revezamento.

Todas as finais acontecerão no domingo (2).


Resultados


4 x 400m feminino


Na primeira bateria vitória Polonesa (3:28:11), sendo seguida pela Bélgica(3:28:27).  Cuba (3:27:90) surpreendeu na segunda série, e a atual campeã Europeia Indoor, Países Baixos (3:28:40) ficou com o segundo lugar.

Na última bateria, vitória da Grã-Bretanha (3:28:83), com a Alemanha (3:29:73) chegando em segundo lugar. Qualificaram-se por tempo para a final a Itália (3:30:04) e a França(3:30:46).

4 x 400m masculino


Deu Japão (3:03:31) na primeira bateria, seguido pela seleção campeã pan-americana em Lima, Colômbia (3:04:64). Na segunda série vitória para os Países Baixos (3:03:03) e em segundo lugar deu África do Sul (3:03:79), mesmo com o desfalque do recordista mundial Wayde Van Niekerk.

Fechando as eliminatórias, ganhou a equipe de Botsuana (3:04:03) e a Suíça (3:04:81) ficou em segundo. Passaram por tempo para final as equipes Bélgica (3:04:01) e França (3:04:78).

4 x 100m feminino


Aproveitando-se das desqualificação brasileira, deu Itália (44.02) em primeiro na série inicial, com Gana em segundo (44.17). Na segunda bateria, a equipe dos Países Baixos liderada pela medalhista mundial Dafne Scheepers venceu  (43.28) com a Alemanha (43.64) na segunda posição.

Na última série a França (43.51) levou a melhor, seguida da Suíça(43.71). Classificaram por tempo Equador (43.86),que bateu o recorde nacional na prova e a Dinamarca (44.25).

4 x 100m masculino


Abrindo as eliminatórias, vitória de Países Baixos (38.79) e Gana (38.79) em segundo. Essa série ficou marcada pela eliminação turca liderada pelo campeão mundial Ramil Guliyev, por derrubar o bastão.

Brasil (38.45) passou em primeiro na segunda bateria, seguido da Alemanha (38.70) que atropelou a seleção japonesa no final na segunda bateria. Para finalizar as eliminatórias dos 4 x 100m masculino, deu Itália (38.45) em primeiro e a África do Sul (38.49) de Akani Simbine na segunda colocação.

Pelo tempo foram para final a jovem equipe do Japão (38.98) e a Dinamarca (39.06), com novo recorde nacional dos nórdicos.

4 x 400 m misto


Países Baixos (3:18:04) venceu a primeira bateria, com a Espanha (3:18:96) batendo o recorde nacional logo atrás. Na bateria seguinte tivemos vitória italiana (3:16:52), que é a melhor marca do ano, com boa vantagem sobre a equipe belga (3:17:23) na segunda bateria

Fechando a ultima perna da prova,  o Brasil (3:16:53) correndo na raia 3,  venceu uma série forte, com a República Dominicana  (3:16:67) em segundo lugar. Por tempo, passaram para a final Gra-Bretanha (3:17:27) e  a Irlanda (3:16:84).

Foto: REUTERS

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