Com competições canceladas, ranking da esgrima em cadeira de rodas é fechado e quatro brasileiros garantem vaga em Tóquio - Surto Olímpico

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Com competições canceladas, ranking da esgrima em cadeira de rodas é fechado e quatro brasileiros garantem vaga em Tóquio

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O Brasil tem quatro atletas classificados na esgrima em cadeira de rodas para os Jogos Paralímpicos de Tóquio. Com o cancelamento de diversas competições no calendário internacional, por conta da pandemia de Covid-19, o ranking paralímpico foi fechado e, assim, Carminha Oliveira, Jovane Guissone, Mônica Santos e Vanderson Chaves estão garantidos na Paralimpíada. A oficialização do Comitê Paralímpico Internacional (IPC) deve acontecer em junho.


A Copa do Mundo, que aconteceria no Brasil, em abril, e os Regionais Continentais, que eram previstos para maio, foram definitivamente cancelados por causa da pandemia. Os quatro atletas, portanto, fecham o período de classificação dentro da lista. Em razão das muitas variáveis para o preenchimento das vagas restantes de equipes nos Jogos, outros três brasileiros poderão garantir também a participação: Alex Sandro Souza, Fabiana Soares e Moacir Ribeiro.


Os quatro atletas classificados comemoram o passaporte carimbado para os Jogos Paralímpicos. “Esta conquista da vaga aconteceu por muita determinação. Fico feliz de ter superado todas as dificuldades no caminho e ter chegado ao meu objetivo”, diz Carminha Oliveira. “Tenho o sentimento de gratidão, de dever cumprido. Foram muitas renúncias, conquistas e um sonho sendo realizado”, explica, emocionada, Mônica Santos.


Vanderson Chaves, outro classificado, mostra satisfação em ter obtido a vaga diretamente: “É uma honra estar representado o Brasil novamente no maior evento paralímpico do mundo. Fico muito feliz por conseguir a vaga. Na minha primeira Paralimpíada, fui um dos atletas convidados após a Rússia ser banida. Ir para os Jogos de Tóquio com a minha própria vaga garantida é uma sensação de dever cumprido”.


"Estou um pouco ansioso, devido a essa pandemia, que não passa. Treino todos os dias, tentando, cada vez mais, deixar a minha esgrima mais madura. Nesse ano, é diferente do Rio. Estou muito bem preparado, sem lesões. Só estou esperando os Jogos para fazer o meu melhor”, avisa o medalhista paralímpico Jovane Guissoni.


foto: Divulgação/CBE

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