Após treino em São Paulo, judô brasileiro volta as atenções para o Grand Slam em Israel - Surto Olímpico

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Após treino em São Paulo, judô brasileiro volta as atenções para o Grand Slam em Israel

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Após os resultados do World Masters de Doha e a reestruturação dos treinos, a seleção brasileira de judô retorna à corrida olímpica neste mês de olho nos primeiros pódios do ano. Os principais atletas com chances de classificação para Tóquio passaram dez dias concentrados em Pindamonhangaba, São Paulo, no período de 25 de janeiro a 03 de fevereiro e embarcam no próximo domingo, 14, para Israel, onde acontecerá o Grand Slam de Tel Aviv. A competição está marcada para os dias 18, 19 e 20 de fevereiro e, para essa etapa, a CBJ convocou 15 atletas.


Nas chaves masculinas, a seleção contará com dobradinhas no 60kg, 73kg e 81kg: Phelipe Pelim e Allan Kuwabara, no ligeiro; David Lima e Eduardo Katsuhiro, no leve; e João Macedo e Victor Penalber, no meio-médio. Fecham a equipe Rafael Macedo (90kg), Leonardo Gonçalves (100kg) e Willian Lima (66kg).


“A gente teve algumas mudanças nos treinos após os resultados do Masters e os treinadores conseguiram montar um treinamento melhor para que a gente consiga desempenhar melhor nas próximas competições”, ponderou o campeão mundial Júnior, Willian Lima. “Contamos também com a presença do Leandro Guilheiro e do João Derly, que são grandes ídolos, que conseguiram agregar muito nesse treinamento com coisas que a gente precisava ouvir, não só na parte técnica, mas de motivacional também.”


Já no time feminino, a única categoria com mais de uma atleta será o peso Leve (57kg), com Ketelyn Nascimento e Jéssica Pereira. Elas terão a companhia das experientes Eleudis Valentim (52kg), Ketleyn Quadros (63kg), Maria Portela (70kg) e Maria Suelen Altheman (+78kg).


Atual número três do ranking mundial no peso pesado feminino e com a experiência de três ciclos olímpicos com a seleção, Suelen sabe da importância das próximas competições.


“É um Grand Slam e agora não tem mais competição fraca. Todas estão muito fortes. E o fato de podermos estar vindo sempre à Pinda treinar está nos ajudando muito a nos preparar. Agora é uma competição de cada vez. A gente nem tem certeza se as outras competições vão acontecer, por que tem muitas fronteiras fechadas. Então, é participar como se fosse a última para Tóquio”, projeta.


O Grand Slam de Tel Aviv é a segunda etapa do calendário internacional da FIJ em 2021. O Circuito Mundial tem outros quatro Grand Slam previstos (Tashkent, Antalya, Tbilisi e Paris), além de um Campeonato Pan-Americano e do Campeonato Mundial, que fechará a classificação para Tóquio, em junho.

Foto: CBJ/Lara Monsores

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