Sebastian Coe sugere que atletas não tenham prioridade em vacinação contra o coronavírus - Surto Olímpico

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Sebastian Coe sugere que atletas não tenham prioridade em vacinação contra o coronavírus

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Bicampeão olímpico dos 1.500m (Moscou 1980 e Los Angeles 1984), o britânico Sebastian Coe, atual presidente da World Athletics, disse que atletas saudáveis devem ocupar seus próprios lugares na fila da imunização contra o coronavírus, atrás de pessoas com necessidades mais urgentes. 

Normalmente, atletas com boa saúde, entre 20 e 30 anos, seriam os últimos da fila para a vacinação. No entanto, a pressão para criar um ambiente seguro nos Jogos Olímpicos de Tóquio levanta a questão sobre quem deve ter prioridade para receber a vacina. 

Cauteloso, Coe disse em entrevista coletiva virtual na última sexta-feira (11), que deve haver sensibilidade na hora de escolher quem deve ganhar prioridade.

"A maioria de nós depende de nossos funcionários de linha de frente e de nossos serviços de emergência. Além disso, também reconhecemos que existem pessoas vulneráveis ​​na comunidade. Portanto, queremos ter certeza de que cuidaremos delas o máximo possível", declarou o dirigente.

“Não tenho certeza se é para o esporte pressionar. Eu quero, por outro lado, que quando a vacina for disponibilizada para os atletas, que eles de fato façam o uso dela. Acho que é a coisa sensata para se fazer, ainda mais para proteger seus familiares e sua saúde".

No entanto, Coe fez uma ressalva, afirmando que isso não é uma exigência e sim uma opinião individual. "Espero que eles aproveitem isso, certamente o faria, mas é uma decisão muito pessoal".

O presidente da World Athletics também comentou sobre os preparativos para os Jogos Olímpicos de Tóquio, adiados para 2021 por causa da pandemia de coronavírus. Para ele, os Jogos continuarão, mesmo que em circunstâncias diferentes. 

"Claramente, não é a opção preferida de ninguém ter eventos sem pessoas”, disse Coe.

“Pessoalmente, espero, e ainda acredito, que há boas chances de haver espectadores nos estádios, mas esses cenários podem mudar. Acho que só temos que ser adaptáveis".

Foto: Reprodução

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