Presidente da IGF prevê grande público para o golfe nos Jogos Olímpicos de Tóquio e Paris - Surto Olímpico

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Presidente da IGF prevê grande público para o golfe nos Jogos Olímpicos de Tóquio e Paris

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Foto: Reprodução/USA Today




A poucos dias de encerrar seu mandato como presidente da Federação Internacional de Golfe (IGF), Peter Dawson declarou que acredita na presença de um grande público nas competições de golfe masculino e feminino durante os Jogos Olímpicos de Tóquio em 2021 e Paris 2024.





“A perspectiva de uma Olimpíada em um país que adora golfe como o Japão é algo pelo qual ansiar. Os ingressos deverão ficar esgotados", afirmou Dawson em entrevista ao portal Inside the Games. “Eu esperaria grandes números lá. Quanto a Paris 2024, a Ryder Cup foi realizada no local onde acontecerá a competição olímpica e foi cercada por uma multidão. Acho que será de novo”.





Após 112 anos fora do programa olímpico, o golfe retornou durante os Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. Mesmo sem adesão de vários dos melhores atletas do mundo na modalidade, o presidente da IGF avaliou o retorno do golfe aos Jogos como um sucesso.





“Acho que foi extremamente importante. Não gostaria de especular o que teria acontecido se não tivesse corrido bem. E todas as métricas em torno do golfe no Rio eram fortes em termos de mídia social e números de TV, e isso contribuiu para o sucesso”, disse Dawson.





O formato de partida adotado para o golfe nos Jogos Olímpicos foi o strokeplay, quando o número de tacadas é somado pelos 18 buracos do campo em uma ou mais rodadas. Dawson defendeu a escolha e enalteceu o que o Comitê Olímpico Internacional (COI) buscava.





"Eles (o COI) queriam o formato que prevalecia no esporte dentro dos Jogos Olímpicos, não um formato sofisticado para o evento", disse ele. "E a tacada é a maneira que o golfe determina em grande parte seus principais campeões".





Dawson sugeriu ainda a possibilidade da inserção do formato match play (soma de pontos após cada buraco) nos Jogos Olímpicos, dentro de uma competição por equipes. “Houve outros formatos em que isso foi feito, como na Copa do Canadá e no Campeonato Mundial de Golfe”.





Deixando a presidência da IGF em 1º de janeiro, Dawson será substituído pela lendária golfista sueca Annika Sorenstam, vencedora de dez Majors ao longo da carreira.


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