Mais de 24 toneladas de plástico são coletadas para confeccionar os pódios dos Jogos do Japão - Surto Olimpico

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Mais de 24 toneladas de plástico são coletadas para confeccionar os pódios dos Jogos do Japão

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O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Tóquio anunciou nesta segunda-feira, 28.09, que conseguiu coletar plástico suficiente para criar todos os pódios que serão usados nas cerimônias de premiação dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Japão, em 2021.

Será a primeira vez na história que o momento máximo de consagração dos atletas terá confecção a partir de uma perspectiva ecológica e ambientalmente correta com participação da população do país-sede. O design dos pódios ainda será apresentado oficialmente.

Lançado em junho de 2019, o projeto de reciclagem de plástico para as cerimônias de premiação mobilizou cidadão para doar vasilhas plástica usadas para reciclagem, com cooperação ativa de 113 escolas ao redor do país e participação de empresários e patrocinadores do movimento olímpico.

Segundo os organizadores, 24,5 toneladas de plástico foram coletadas em nove meses, até março de 2020. Desse montante, 1,1 tonelada veio das escolas. Outras 11,9 toneladas foram obtidas a partir da participação de cidadãos e recolhidas em postos de coleta de grandes lojas e mais 11,5 toneladas vieram de empresas e patrocinadores. O valor equivale a 400 mil frascos de 900 gramas de sabão em pó.

A sustentabilidade é um dos elementos conceituais dos Jogos de Tóquio, em torno do slogan "Somos melhores juntos". Outro exemplo que ganhou projeção internacional foi a campanha para coletar aparelhos eletrônicos antigos, em especial celulares, para reciclar e confeccionar as medalhas que serão entregues aos atletas.

Outro objetivo da organização é a neutralização do carbono emitido nas obras para receber o megaevento, com 100% da eletricidade usada nas instalações esportivas vindo de fontes renováveis. Adicionalmente, 30% do material usado na confecção da tocha olímpica é proveniente de alumínio reciclado. O metal era de casas pré-fabricadas após o tsunami de 2011, que destruiu cidades como Fukushima.

Foto: Divulgação

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