COB é finalista em premiação do COI por ações de incentivo à igualdade de gêneros - Surto Olimpico

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COB é finalista em premiação do COI por ações de incentivo à igualdade de gêneros

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O Comitê Olímpico Internacional (COI) selecionou o Comitê Olímpico do Brasil (COB) como uma das finalistas do Prêmio Mulheres e o Esporte 2020 (Women and Sport), uma homenagem às organizações e pessoas que realizaram contribuições para o desenvolvimento, incentivo e reforço da participação de mulheres e meninas no esporte através de ações de oportunidade, reconhecimento e empoderamento feminino.

“É motivo de orgulho ter o COB selecionado pelo Comitê Olímpico Internacional como umas das entidades finalistas a este importante prêmio. Temos o compromisso de construir um ambiente melhor no esporte não somente para as mulheres, mas para todos. No que tange à igualdade de gênero, nos últimos anos vimos realizando uma série de ações para criar uma cultura inclusiva no esporte brasileiro”, afirmou o presidente do COB, Paulo Wanderley.

Lançado em 2000 pelo COI, o prêmio Mulheres e o Esporte destaca modelos e agentes de mudança na busca pela igualdade de gênero. Seis troféus são distribuídos a cada ano, um para cada um dos cinco continentes e um mundial. 

“Igualdade de gênero é um tema fundamental da sociedade atual e o COB, mais uma vez, cumpre seu papel de inspirar e liderar através do exemplo. Queremos mais mulheres atuando no esporte em todas as frentes, como atletas, treinadoras, gestoras ou quaisquer outros papéis que ela desejar”, disse Manoela Penna, diretora de Comunicação e Marketing do COB. 

Dentro das quadras, piscinas e pistas mundo afora, as mulheres brasileiras alcançam a cada ano novos patamares esportivos. A representatividade feminina em Jogos Olímpicos vem desde Maria Lenk, em Los Angeles 1932, até os Jogos Rio 2016, onde de um total de 465 atletas, 45% eram mulheres.

O aumento do número de atletas do sexo feminino que representam o país nos Jogos Olímpicos também traz atenção especial no campo do bem-estar das atletas. Não é por acaso, portanto, que desde 2012 o Brasil se tornou um dos primeiros Comitês Olímpicos Nacionais do mundo a contar com uma ginecologista esportiva em suas delegações.

Foto: COB/Camila Dantas


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