Surto de Vôlei: a nova coluna do Surto Olímpico - Surto Olimpico

Anúncio

Anúncio
Se inscreva em nosso canal!

Surto de Vôlei: a nova coluna do Surto Olímpico

Compartilhe

Hoje o Surto Olímpico estreia mais uma coluna no site: a Surto de Vôlei. A parada vai ser em dose dupla, como no vôlei de praia. A parceria será entre Danilo Goes e Luís Fellipe Borges, que trarão opinião para desmembrar os acontecimentos de um dos esportes mais vitoriosos para o Brasil. 


Como não é só de ataque que uma dupla sobrevive, o volume de jogo será trazer informação e argumentos sem medo de arriscar. Como não só de vitórias o esporte é feito, os papos sérios e críticos também estarão aqui, abertos para o debate. 


No mais, sejam bem-vindos à coluna Surto de Vôlei!

Por Danilo Goes e Luís Fellipe Borges

Em resumo, “surtar” é sair de si, é não ter ideia do que está fazendo ou pensando. O termo tem tudo a ver com o vôlei. Os amantes de voleibol surtam com o esporte, são apaixonados. Falam, comentam, acompanham e, até mesmo, ‘cornetam’ (sim, nós estamos acompanhando vocês rs). 


É justamente para a galera que é apaixonada por essa modalidade tão importante para o esporte brasileiro que criamos a coluna Surto de Vôlei. Por aqui, emitiremos nossa opinião, que pode não ser a mais valiosa, mas é baseada em muito estudo e muita dedicação. Neste espaço, também iremos repercutir as principais notícias do ambiente "voleibolístico".


Antes de prosseguirmos com a coluna, é importante que vocês conheçam um pouco mais sobre nós, para que possamos criar um vínculo - afinal, serão muitas partidas, competições e histórias que acompanharemos juntos - além de, claro, permitir que vocês nos cornetem nas redes sociais.





Danilo Goes (Twitter: @DanGoes96)


Carioca de 24 anos estudante do último período de jornalismo. Há duas temporadas eu cubro os clubes cariocas na Superliga, incluindo coberturas in loco. Apaixonado por esportes desde muito novo, com o vôlei também não foi diferente, sempre varando a madrugada para assistir jogos no outro lado do mundo. Aos 13 anos conheci o esporte também na prática, tendo disputado torneios escolares e em escolinhas. Hoje as partidas são apenas uma recreação na minha vida. O amor pelo o voleibol foi um dos motivos de ter me levado ao jornalismo e quero trazer todo essa paixão pelo esporte em forma de conteúdo com qualidade.





Luís Fellipe Borges (Twitter: @luisfborgesb_)


Mineiro de 18 anos e estudante do terceiro período de Jornalismo na Universidade Federal de Uberlândia. Embora meu pai tenha sido - e ainda seja - um bom goleiro, ele sempre me incentivou, na infância, a acompanhar e a praticar diversos esportes. Com o vôlei, não foi diferente. Apaixonado pela modalidade desde então, tive a oportunidade enquanto jornalista de cobrir as Supercopas do Brasil de Voleibol de 2019 in loco, experiência que nunca vou me esquecer. Esse é um dos lados bons do jornalismo esportivo: ser capaz de transmitir às pessoas um pouco da nossa paixão.


Nós somos diferentes, é claro, mas há algo que temos como grande semelhança: amamos o voleibol. Por isso, venham conosco surtar pelo mundo desse esporte. Ah, e como promessa é dívida: prometemos um Surto de Vôlei para vocês.


Nos vemos pelas quadras virtuais!

Foto de destaque: Divulgação/FIVB

3 comentários:

  1. Normalmente, as entrevistas são levantadas para o jogador ou técnico cravar. Qual será o diferencial.

    ResponderExcluir
  2. Entrevistem Spencer Lee. Resignado em ser Auxiliar no Osasco, apesar de ser um grande treinador.

    ResponderExcluir
  3. Apresente as jogadoras com menos de 21 com potencial de crescimento. Posição, altura. Qual a média de altura por posição da superliga 2020/21

    ResponderExcluir