Guia dos Sistemas Qualificatórios Olímpicos Atualizados - Levantamento de Pesos - Surto Olimpico

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Guia dos Sistemas Qualificatórios Olímpicos Atualizados - Levantamento de Pesos

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Status: Incompleto. Nenhuma vaga foi definida.

Eventos/Vagas: 14 eventos (7 pesos em cada gênero) com cerca de 196 atletas (14 por categoria)

  • Categorias masculinas: 61kg, 67kg, 73kg, 81kg, 96kg, 109kg e +109kg
  • Categorias femininas: 49kg, 55kg, 59kg, 64kg, 76kg, 87kg e +87kg

Sistema qualificatório

Esporte que esteve presente na primeira edição olímpica, o levantamento de pesos terá, em Tóquio, a mesma quantidade de eventos para homens e mulheres pela primeira vez na história. Serão sete categorias em cada gênero, com 14 atletas por evento. No total, haverá 196 vagas disponíveis. Nenhuma delas foi definida ainda, já que todas só serão obtidas por meio do ranking absoluto, que será encerrado em 30 de abril de 2021.

Das 14 vagas de cada categoria, oito serão distribuídas aos oito melhores colocados do ranking absoluto e cinco serão destinadas a cada um dos cinco continentes, também definidas pelo ranking. A última cota de cada peso será distribuída ao país-sede (em seis categorias) ou a convite da Tripartite (em oito categorias).

Para o ranking, são considerados os melhores resultados em cada um dos três períodos (1 de novembro de 2018 a 30 de abril de 2019; 1 de maio de 2019 a 31 de outubro de 2019; 1 de novembro de 2019 a 30 de abril de 2021*), juntamente com o melhor resultado geral. Para se qualificar, o halterofilista deve ter competido em pelo menos um evento em cada uma das três fases, bem como em pelo menos seis eventos no geral e em pelo menos um evento de nível ouro e outro evento de nível ouro ou prata.

O levantamento de pesos teve muitos casos de doping durante o ciclo olímpico (ALexandre Loureiro/COB)
Por conta dos escândalos de doping recentes envolvendo seu esporte, a IWF (Federação Internacional de Halterofilismo) limitou a quantidade de atletas participantes para cada delegação, punindo os países mais “sujos”.  

Um país com menos de dez casos de doping notificados de 2008 até 2021 (é o caso do Brasil) poderá classificar até oito atletas por meio do ranking mundial, quatro em cada naipe. Através das pontuações continentais, os países podem ter até seis atletas, três por gênero. Não é permitido que dois atletas do mesmo país estejam em uma mesma categoria.

Países com 10 a 19 casos de doping durante o período citado poderão levar apenas dois atletas por gênero. No momento, são os casos de: Albânia, Bulgária, Índia, Irã, Malásia, Moldávia, Romênia, Turquia, Ucrânia e Uzbequistão. Países com mais de 20 notificações só poderão contar com um homem e uma mulher em Tóquio, sendo os casos de: Armênia, Azerbaijão, Belarus, Cazaquistão e Rússia. Além disso, Egito e Tailândia foram banidos por sucessivos casos de doping e não poderão enviar nenhum atleta do levantamento de peso.

*Com a pandemia, todos os resultados obtidos entre 30 de abril de 2020 e 30 de setembro de 2020 serão descartados. As competições válidas do período a partir 1º de outubro só serão aquelas que deveriam acontecer no primeiro semestre de 2020, mas que foram canceladas por conta da crise sanitária.

Brasil

Tricampeão pan-americano, Fernando Reis é um dos postulantes ao pódio olímpico na categoria acima de 109kg (Alexandre Loureiro/COB)
No momento, o Brasil possui dois atletas em posição de qualificação: Fernando Reis, por ser o sétimo colocado no ranking absoluto da categoria acima de 109kg, e Natasha Rosa, ganhando a vaga continental das Américas na 49kg. Jaqueline Ferreira, sexta colocada no último Mundial, está numa disputa acirrada com a chilena Maria Fernanda Paris pela cota americana na 87kg. A diferença das duas é de dez pontos, quase nula.

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