Parlamento Italiano aprova a Lei Olímpica para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 - Surto Olimpico

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A parte burocrática dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 está quase finalizada. O Parlamento Italiano adotou a Lei Olímpica, um documento que é a base para a organização e governança do megaevento, na última terça-feira, 05. Agora, o projeto só precisa ser promulgado, após ter sido aprovado pelo primeiro-ministro Giuseppe Conte, Ministros, Câmara dos Deputados e Senado.

O documento descreve as linhas jurídicas e administrativas ligadas à preparação dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2026. A Olimpíada acontecerá entre 6 e 22 de fevereiro, enquanto a Paralimpíada ocorrerá de 6 a 15 de março.

Como parte da Lei Olímpica, um conselho será criado com o objetivo de supervisionar o programa de planejamento e entrega de Milão-Cortina 2026, sendo composto por 15 representantes das mais variadas áreas da organização. Os nomes ainda não foram definidos.

Um representante do Comitê Olímpico Internacional (COI), um representante do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), um representante do Comitê Olímpico Nacional Italiano (CONI), um representante do Comitê Paralímpico Italiano (CIP) e um representante do Comitê Organizador dos Jogos deverão ser incluídos no Conselho Olímpico.

O seleto grupo também deve contar com um representante de cada uma das áreas específicas da logística das cidades-sede: infraestrutura, segurança, esportes e relações exteriores. Representantes da região da Lombardia, da região de Vêneto, da província de Trento, da província de Bolzano, da cidade de Milão e da cidade de Cortina d'Ampezzo também devem ser incluídos.

Assim que a Lei Olímpica entrar em vigor, a Sociedade de Infraestrutura de Milão-Cortina 2026 entrará em ação e colocará os projetos em prática, com a responsabilidade de construir e supervisionar os locais necessários para o megaevento.

Cinco membros serão responsáveis pelo empreendimento, que se beneficiará inteiramente do dinheiro público, financiado pelos Ministérios da Economia e Finanças e de Infraestrutura e Transporte, além de contribuintes italianos. O Parlamento fornecerá 58 milhões de euros (R$ 365 milhões).

Foto: Philippe Lopez/Pool/Reuters

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