Novak Djokovic assume que cogitou abandonar carreira em 2010 - Surto Olimpico

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Novak Djokovic assume que cogitou abandonar carreira em 2010

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Atual líder do ranking mundial da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), o sérvio Novak Djokovic revelou nesta semana, que cogitou a abandonar sua carreira como tenista no ano de 2010, após levar uma grande virada em partida disputada no torneio de Roland Garros.

Djokovic enfrentou o austríaco Jurgen Melzer nas quartas de final do Major parisiense e vencia tranquilamente o adversário em parciais 6/3 e 6/2. Mas o que se viu a partir do terceiro ser foi uma das grandes viradas da história do torneio. 

Melzer embalou uma sequência de 6/2 7/6 e 6/4 para vencer por 3 sets a 2 e eliminar o tenista sérvio.

Naquela temporada, Djokovic ocupava a terceira colocação no ranking e já confrontava Roger Federer e Rafael Nadal. O sérvio já havia conquistado um Grand Slam, o Australian Open de 2008 e no ano seguinte ainda assombraria o mundo ao faturar três Grand Slams e dominar a temporada de 2011.

Mas Djokovic relatou em entrevista ao Sky Sports a tristeza que sentiu pela derrota contra Melzer. "Essa derrota foi realmente difícil para mim emocionalmente", disse. "Eu chorei depois de ter sido eliminado. Foi um momento ruim, eu queria deixar o tênis porque vi apenas escuridão após aquilo". 

Além disso, o sérvio revelou que apesar de estar fazendo uma boa carreira já naquele tempo, não sentia felicidade. "Eu já tinha vencido um Grand, estava bem no ranking, mas não estava feliz, me sentia mal, perdia as partidas mais importantes contra Federer e Nadal", afirmou. 

Mas um tempo depois daquela derrota, Djokovic passou a se sentir melhor em quadra e se libertou dos pensamentos ruins. "Tirei a pressão que havia sobre mim, passei a jogar de forma mais agressiva e esse foi o meu ponto de virada" disse Djokovic.

Atualmente o tenista sérvio é o terceiro maior vencedor de Grand Slams, tendo 17 troféus de campeão, ficando atrás apenas de Roger Federer, com 20 e Rafael Nadal com 19. 

Foto: Divulgação/Reuters

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