FIS analisa redução de equipes nas Copas do Mundo de Salto com Esqui - Surto Olimpico

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FIS analisa redução de equipes nas Copas do Mundo de Salto com Esqui

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A Federação Internacional de Esqui (FIS) está considerando reduzir o número mínimo de países necessários para que um evento seja considerado na classificação geral da Copa do Mundo de Salto de Esqui, de acordo com o diretor da prova, Sandro Pertile.

Uma proposta para reduzir o número de associações nacionais de esqui necessárias para a realização de uma Copa do Mundo de oito para seis está entre as opções consideradas por uma série de grupos de trabalho, criados para avaliar o impacto do COVID-19 nos eventos de salto em esqui.

As restrições de viagem impostas pelos governos para ajudar a conter a propagação do coronavírus podem limitar o número de atletas que podem viajar para competições de salto em esqui. A regra está em vigor para as Copas do Mundo de Salto de Esqui para homens e mulheres.

"Estamos pensando em reduzir o número mínimo de equipes para uma Copa do Mundo de oito para seis, para não perder uma competição por causa da regra existente", disse Pertile. A FIS também disse que ainda espera realizar eventos no Grande Prêmio de Verão de Salto de Esqui este ano, conforme planejado.

Pertile afirmou que era "bastante realista" que as competições de Grand Prix fossem realizadas conforme programado. O circuito deve começar em 22 de agosto em Wisla, na Polônia, mas a data de início poderá ser adiada até setembro, já que a Federação Polonesa de Esqui aguarda uma decisão do governo sobre quais eventos podem ocorrer.

"Ainda há muitas incógnitas no momento, mas estamos otimistas sobre tudo e sabemos que precisamos ser flexíveis diante da situação atual", disse Pertile. "Também estamos trabalhando no plano B e C, mas não estamos falando disso agora, porque está melhorando a cada dia e em mais e mais países as restrições estão se tornando cada vez menores. Portanto, é bastante realista que as competições ocorram conforme o planejado agora."

Foto: Samuel Kubani / AFP

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