COI não está restringindo a liberdade de expressão dos atletas, diz vice-presidente - Surto Olimpico

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COI não está restringindo a liberdade de expressão dos atletas, diz vice-presidente

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O vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Richard Pound, rejeitou as alegações de que a organização está restringindo a liberdade de expressão dos atletas através da Regra 50. Tanto o COI, como o presidente Thomas Bach foram alvo de fortes críticas depois da proibição de protestos no pódio dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020.

A regra 50 declara que "nenhum tipo de demonstração ou propaganda política, religiosa ou racial é permitida em quaisquer locais olímpicos, instalações ou outras áreas". A jogadora de futebol estadunidense Megan Rapinoe foi uma dos atletas que criticaram a decisão. "Muita coisa está sendo feita sobre os protestos", disse ela no seu Instagram "Tão pouco está sendo feito sobre o que estamos protestando. Nós não seremos silenciados".

Já Pound respondeu às inúmeras críticas em uma coluna do jornal canadense The Star, reiterando a validade da Regra 50. "Existe uma explicação perfeitamente simples para essa regra, mas em alguns setores ela foi duramente criticada como uma incursão injustificável aos direitos de liberdade de expressão dos atletas olímpicos", afirmou. "Muitas outras organizações governamentais e esportivas têm regras semelhantes que restringem as manifestações".

"Lembre-se também de que permitir protestos no pódio significa aceitar todos os protestos, não apenas aqueles com os quais você pode concordar. disse o vice-presidente, destacando a importância da conquista como o resultado do trabalho de uma via. "São os atletas que correm o risco de perder o momento em que treinaram a vida inteira, protestando no pódio".

"Todo mundo tem direito a opinião política e liberdade de expressar tais opiniões", afirmou o vice-presidente. "O COI concorda plenamente com esse princípio e deixou absolutamente claro que os atletas permanecem livres para expressar suas opiniões em entrevistas coletivas, entrevistas na mídia e nas mídias sociais".

Fonte: Denis Balibouse / Reuters

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